Ingrid Nunes
EQUIPE
18/09/2026 • 06:01
Vamos entender um pouco sobre imunoterapia no câncer de pulmão avançado. Pacientes com tumores que expressam PD-L1 em altos níveis, como acima de 50%, podem se beneficiar bastante de inibidores de PD-1/PD-L1, como o cemiplimabe. Nestes casos, a resposta pode levar algum tempo para se consolidar, e até pode haver um fenômeno chamado pseudoprogressão, onde imagens mostram aumento das lesões antes da melhora, sem piora clínica.
No caso descrito, apesar do aumento discreto das lesões, a paciente mantém bom estado geral e sem sintomas, o que sugere que a imunoterapia ainda pode estar fazendo efeito, e a conduta usual não é interromper o tratamento precocemente. Por isso, é indicado manter a imunoterapia e realizar exames em intervalo mais curto para acompanhar a evolução.
Adicionar quimioterapia, suspender a imunoterapia, ou fazer uma nova biópsia imediatamente não são as primeiras medidas recomendadas nessa situação. O uso combinado com anti-CTLA4 é mais indicado em outras situações específicas, não de forma rotineira diante desse cenário.
Portanto, a alternativa correta é a letra b) Manter a imunoterapia e repetir exames em intervalo menor.
No caso descrito, apesar do aumento discreto das lesões, a paciente mantém bom estado geral e sem sintomas, o que sugere que a imunoterapia ainda pode estar fazendo efeito, e a conduta usual não é interromper o tratamento precocemente. Por isso, é indicado manter a imunoterapia e realizar exames em intervalo mais curto para acompanhar a evolução.
Adicionar quimioterapia, suspender a imunoterapia, ou fazer uma nova biópsia imediatamente não são as primeiras medidas recomendadas nessa situação. O uso combinado com anti-CTLA4 é mais indicado em outras situações específicas, não de forma rotineira diante desse cenário.
Portanto, a alternativa correta é a letra b) Manter a imunoterapia e repetir exames em intervalo menor.