Ingrid Nunes
EQUIPE
18/09/2026 • 05:01
A questão aborda um caso clássico de ginecomastia em um adolescente de 14 anos, que é uma condição relativamente comum nessa faixa etária devido às alterações hormonais naturais da puberdade. Durante a puberdade, há um desequilíbrio temporário entre os níveis de estrogênio e testosterona, o que pode levar ao crescimento da glândula mamária.
O mais importante no manejo inicial da ginecomastia puberal é a conduta expectante, pois na maioria dos adolescentes essa condição tende a regredir espontaneamente dentro de 6 meses a 2 anos após o seu aparecimento. Assim, não se recomenda tratamento medicamentoso ou cirúrgico imediato a menos que a ginecomastia seja persistente, dolorosa ou psicológica/esteticamente muito impactante.
A alternativa que sugere o uso de anastrozol (que inibe a conversão de testosterona em estrógeno) não é indicada de rotina, assim como o bloqueio puberal e a cirurgia imediata. Cabergolina é usada para hiperprolactinemia e galactorreia, não fazendo sentido nesse contexto.
Por isso, a conduta adequada é a expectante, acompanhando a evolução antes de qualquer intervenção mais invasiva.
O mais importante no manejo inicial da ginecomastia puberal é a conduta expectante, pois na maioria dos adolescentes essa condição tende a regredir espontaneamente dentro de 6 meses a 2 anos após o seu aparecimento. Assim, não se recomenda tratamento medicamentoso ou cirúrgico imediato a menos que a ginecomastia seja persistente, dolorosa ou psicológica/esteticamente muito impactante.
A alternativa que sugere o uso de anastrozol (que inibe a conversão de testosterona em estrógeno) não é indicada de rotina, assim como o bloqueio puberal e a cirurgia imediata. Cabergolina é usada para hiperprolactinemia e galactorreia, não fazendo sentido nesse contexto.
Por isso, a conduta adequada é a expectante, acompanhando a evolução antes de qualquer intervenção mais invasiva.