Equipe Gabarite
EQUIPE
18/09/2026 • 05:01
Esta questão trata de um caso clínico de uma mulher de 52 anos com fatores de risco para doença arterial coronariana, que apresentou quadro sugestivo de infarto agudo do miocárdio (IAM), evidenciado por dor torácica, alteração no eletrocardiograma e troponina elevada. No entanto, a cineangiocoronariografia não revelou lesões obstrutivas significativas, o que é uma situação que pode acontecer, especialmente em casos de infarto sem supradesnivelamento do segmento ST com coronárias não obstruídas (também chamado de MINOCA).
Nesse cenário, é importante identificar a causa que levou ao infarto, pois pode variar desde dissecção coronariana, embolia, vasoespasmo até miocardite ou doença microvascular. O ecocardiograma mostrou hipocinesia inferolateral, confirmando a presença de comprometimento regional. Para entender melhor a extensão do dano e diferenciar as causas possíveis, a ressonância magnética cardíaca é o exame complementar mais indicado, pois além de avaliar a função ventricular, pode identificar áreas de necrose, fibrose, edema, e inflamação, sendo capaz de diferenciar infarto verdadeiro de miocardite ou outras causas.
As outras opções (ultrassonografia de carótidas, teste ergométrico, holter, MAPA) não forneceriam informações diretas e decisivas no esclarecimento do mecanismo do evento agudo neste caso. Portanto, a ressonância magnética cardíaca é o exame mais adequado para elucidar o diagnóstico e guiar a conduta futura.
Gabarito: d
Nesse cenário, é importante identificar a causa que levou ao infarto, pois pode variar desde dissecção coronariana, embolia, vasoespasmo até miocardite ou doença microvascular. O ecocardiograma mostrou hipocinesia inferolateral, confirmando a presença de comprometimento regional. Para entender melhor a extensão do dano e diferenciar as causas possíveis, a ressonância magnética cardíaca é o exame complementar mais indicado, pois além de avaliar a função ventricular, pode identificar áreas de necrose, fibrose, edema, e inflamação, sendo capaz de diferenciar infarto verdadeiro de miocardite ou outras causas.
As outras opções (ultrassonografia de carótidas, teste ergométrico, holter, MAPA) não forneceriam informações diretas e decisivas no esclarecimento do mecanismo do evento agudo neste caso. Portanto, a ressonância magnética cardíaca é o exame mais adequado para elucidar o diagnóstico e guiar a conduta futura.
Gabarito: d