Marcos de Castro
EQUIPE
18/09/2026 • 03:02
Esse assunto trata do manejo das síndromes mielodisplásicas (SMD), especificamente aquelas de alto risco em pacientes adultos que não podem fazer transplante alogênico. As SMD são um grupo de doenças da medula óssea que levam a disfunção na produção de células sanguíneas e têm vários graus de gravidade. O tratamento varia conforme o risco e a elegibilidade para transplante.
No caso dos pacientes de alto risco que não são candidatos ao transplante, o uso de agentes hipometilantes como azacitidina e decitabina é padrão. A azacitidina, em ensaios clínicos randomizados, demonstrou reduzir a mortalidade comparado ao melhor suporte sintomático e ainda tende a melhorar a sobrevida global, especialmente em pacientes idosos e com risco mais alto. Essa é a base do tratamento não curativo, mas que pode prolongar a vida e melhorar a qualidade.
Vamos avaliar as alternativas:
- a) A sobrevida após falha de agentes hipometilantes não é tão prolongada, e terapias de resgate convencionais geralmente têm resultados insatisfatórios, portanto, essa afirmação é incorreta.
- b) O objetivo principal dos hipometilantes não é a correção rápida das citopenias em 1 a 2 ciclos; a resposta costuma levar vários ciclos e a manutenção é importante para manter a resposta, então essa alternativa está errada.
- c) Não há metanálise que mostre superioridade consistente da decitabina sobre azacitidina em sobrevida global; portanto, essa alternativa também é incorreta.
- d) Esta alternativa está correta conforme os principais estudos mostram que a azacitidina reduz a mortalidade e melhora a sobrevida global em SMD de alto risco, especialmente em idosos.
- e) A taxa de remissão completa com hipometilantes é bem menor do que 50% e a duração da resposta geralmente não excede 24 meses, então essa alternativa não está correta.
Dessa forma, a alternativa mais adequada é a letra d.
No caso dos pacientes de alto risco que não são candidatos ao transplante, o uso de agentes hipometilantes como azacitidina e decitabina é padrão. A azacitidina, em ensaios clínicos randomizados, demonstrou reduzir a mortalidade comparado ao melhor suporte sintomático e ainda tende a melhorar a sobrevida global, especialmente em pacientes idosos e com risco mais alto. Essa é a base do tratamento não curativo, mas que pode prolongar a vida e melhorar a qualidade.
Vamos avaliar as alternativas:
- a) A sobrevida após falha de agentes hipometilantes não é tão prolongada, e terapias de resgate convencionais geralmente têm resultados insatisfatórios, portanto, essa afirmação é incorreta.
- b) O objetivo principal dos hipometilantes não é a correção rápida das citopenias em 1 a 2 ciclos; a resposta costuma levar vários ciclos e a manutenção é importante para manter a resposta, então essa alternativa está errada.
- c) Não há metanálise que mostre superioridade consistente da decitabina sobre azacitidina em sobrevida global; portanto, essa alternativa também é incorreta.
- d) Esta alternativa está correta conforme os principais estudos mostram que a azacitidina reduz a mortalidade e melhora a sobrevida global em SMD de alto risco, especialmente em idosos.
- e) A taxa de remissão completa com hipometilantes é bem menor do que 50% e a duração da resposta geralmente não excede 24 meses, então essa alternativa não está correta.
Dessa forma, a alternativa mais adequada é a letra d.