David Castilho
EQUIPE
18/09/2026 • 03:02
Vamos conversar um pouco sobre reações febris durante transfusão sanguínea, que são um tema frequente em concursos que abordam hemoterapia e segurança transfusional. Durante a transfusão, se um paciente apresenta um aumento da temperatura corporal superior a 1ºC e atinge acima de 38ºC, sem sinais de gravidade imediata, essa elevação pode indicar uma reação febril não hemolítica, a mais comum entre as transfusões.
A conduta mais segura a ser tomada nesse caso é interromper imediatamente a transfusão para evitar possíveis complicações, pois essa febre pode ser sinal de reação adversa ao transfusão. Além disso, não se deve reinfundir o hemocomponente, pois pode estar relacionado a essa resposta imunológica, mesmo que não haja outros sintomas graves ou instabilidade hemodinâmica.
Manter a transfusão ou dar antitérmico sem interromper pode colocar a segurança do paciente em risco. A análise da bolsa para cultura ou reinício após cessação da febre são medidas posteriores, mas não a conduta inicial mais apropriada para segurança.
Portanto, a resposta correta é a alternativa b).
A conduta mais segura a ser tomada nesse caso é interromper imediatamente a transfusão para evitar possíveis complicações, pois essa febre pode ser sinal de reação adversa ao transfusão. Além disso, não se deve reinfundir o hemocomponente, pois pode estar relacionado a essa resposta imunológica, mesmo que não haja outros sintomas graves ou instabilidade hemodinâmica.
Manter a transfusão ou dar antitérmico sem interromper pode colocar a segurança do paciente em risco. A análise da bolsa para cultura ou reinício após cessação da febre são medidas posteriores, mas não a conduta inicial mais apropriada para segurança.
Portanto, a resposta correta é a alternativa b).