Equipe Gabarite
EQUIPE
18/09/2026 • 01:01
Essa questão aborda um tema importante no tratamento de pacientes que vão passar por transplante autólogo de células progenitoras hematopoéticas, focando na mobilização das células CD34+ no sangue periférico. A mobilização é fundamental para coletar um número suficiente de células-tronco para o transplante, e o G-CSF é um agente frequentemente utilizado para esse fim.
No cenário apresentado, o paciente está em uso de G-CSF, mas apresenta uma baixa quantidade de células CD34+ circulantes (3 células/µL), indicando uma mobilização pobre. Nesses casos, para melhorar a mobilização e aumentar a chance de coletar células suficientes, o uso do plerixafor é a conduta recomendada na prática clínica atual. O plerixafor é um antagonista do receptor CXCR4, que interrompe a ligação da célula-tronco com a medula óssea, liberando mais células progenitoras na circulação.
As outras alternativas não são indicadas para otimizar a mobilização. A ciclofosfamida pode ser usada para mobilização, mas não é a escolha mais rápida ou preferida frente ao plerixafor, especialmente com baixa resposta ao G-CSF. Interleucina-6, bortezomibe e Stem Cell Factor não são agentes recomendados para essa finalidade.
Portanto, a conduta mais adequada diante de mobilização insuficiente após G-CSF é agregar plerixafor para otimizar a liberação das células progenitoras hematopoéticas na circulação, facilitando a coleta para o transplante.
No cenário apresentado, o paciente está em uso de G-CSF, mas apresenta uma baixa quantidade de células CD34+ circulantes (3 células/µL), indicando uma mobilização pobre. Nesses casos, para melhorar a mobilização e aumentar a chance de coletar células suficientes, o uso do plerixafor é a conduta recomendada na prática clínica atual. O plerixafor é um antagonista do receptor CXCR4, que interrompe a ligação da célula-tronco com a medula óssea, liberando mais células progenitoras na circulação.
As outras alternativas não são indicadas para otimizar a mobilização. A ciclofosfamida pode ser usada para mobilização, mas não é a escolha mais rápida ou preferida frente ao plerixafor, especialmente com baixa resposta ao G-CSF. Interleucina-6, bortezomibe e Stem Cell Factor não são agentes recomendados para essa finalidade.
Portanto, a conduta mais adequada diante de mobilização insuficiente após G-CSF é agregar plerixafor para otimizar a liberação das células progenitoras hematopoéticas na circulação, facilitando a coleta para o transplante.