David Castilho
EQUIPE
18/09/2026 • 01:01
Para entender essa questão, precisamos primeiro falar sobre a implantação autóloga de condrócitos, que é uma técnica usada para tratar lesões de cartilagem no joelho. Essa técnica consiste em colher condrócitos do próprio paciente, cultivá-los em laboratório e depois implantá-los na área da lesão para estimular a regeneração da cartilagem. É um procedimento indicado em casos específicos para garantir melhores resultados.
Agora, vamos analisar as alternativas com base nas indicações mais comuns para essa técnica. Geralmente, as indicações incluem lesões do tipo grau III ou IV da cartilagem (lesões mais profundas e graves), em pacientes jovens a adultos não idosos, sem deformidades articulares muito acentuadas, e que estejam dispostos a seguir um longo período de reabilitação.
Alternativa (a) fala em deformidade em varo até 10 graus, o que pode ser aceitável dependendo do caso, mas geralmente recomenda-se que deformidades significativas sejam corrigidas antes do procedimento. Na (b), uma lesão no platô tibial medial maior que 1,5 cm² normalmente não é a indicação principal para implantação autóloga de condrócitos, que é mais comum para a cartilagem femoral.
Alternativa (c) traz uma faixa etária de 40 a 60 anos, que pode ser limite para a indicação, já que geralmente pacientes mais jovens apresentam melhor recuperação.
Na (d), o paciente disposto a restringir as atividades por doze meses é uma condição importante para o sucesso do procedimento, já que a recuperação demanda tempo e cuidados rigorosos para que a cartilagem se regenere adequadamente.
Por fim, a (e) fala em lesões grau II da cartilagem femoral, que são lesões menos profundas e podem ser tratadas com outras técnicas menos invasivas, sendo essas lesões menos indicadas para autóloga de condrócitos.
Dessa forma, a alternativa que melhor descreve uma indicação adequada para a implantação autóloga de condrócitos é a (d), pois a disposição para restrição de atividades durante um longo período é essencial para a eficácia do tratamento.
Agora, vamos analisar as alternativas com base nas indicações mais comuns para essa técnica. Geralmente, as indicações incluem lesões do tipo grau III ou IV da cartilagem (lesões mais profundas e graves), em pacientes jovens a adultos não idosos, sem deformidades articulares muito acentuadas, e que estejam dispostos a seguir um longo período de reabilitação.
Alternativa (a) fala em deformidade em varo até 10 graus, o que pode ser aceitável dependendo do caso, mas geralmente recomenda-se que deformidades significativas sejam corrigidas antes do procedimento. Na (b), uma lesão no platô tibial medial maior que 1,5 cm² normalmente não é a indicação principal para implantação autóloga de condrócitos, que é mais comum para a cartilagem femoral.
Alternativa (c) traz uma faixa etária de 40 a 60 anos, que pode ser limite para a indicação, já que geralmente pacientes mais jovens apresentam melhor recuperação.
Na (d), o paciente disposto a restringir as atividades por doze meses é uma condição importante para o sucesso do procedimento, já que a recuperação demanda tempo e cuidados rigorosos para que a cartilagem se regenere adequadamente.
Por fim, a (e) fala em lesões grau II da cartilagem femoral, que são lesões menos profundas e podem ser tratadas com outras técnicas menos invasivas, sendo essas lesões menos indicadas para autóloga de condrócitos.
Dessa forma, a alternativa que melhor descreve uma indicação adequada para a implantação autóloga de condrócitos é a (d), pois a disposição para restrição de atividades durante um longo período é essencial para a eficácia do tratamento.