Paciente diabético, 60 anos, não insulinodependente, com fratura fechada do t...

Paciente diabético, 60 anos, não insulinodependente, com fratura fechada do tornozelo direito bimaleolar, com subluxação lateral do tálus. Apresenta glicemia em jejum de 130 e uma HB1Ac de 7,3%.


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Paciente diabético, 60 anos, não insulinodependente, com fratura fechada do tornozelo direito bimaleolar, com subluxação lateral do tálus. Apresenta glicemia em jejum de 130 e uma HB1Ac de 7,3%.

Considerando esse cenário, assinale a alternativa correta.
Analisando...
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  • Matheus Fernandes
    Matheus Fernandes EQUIPE
    18/09/2026 • 00:01
    Vamos analisar o caso de um paciente diabético, com 60 anos, que apresenta uma fratura bimaleolar do tornozelo com subluxação do tálus. Fraturas bimaleolares associadas à subluxação lateral do tálus são instáveis e normalmente indicam intervenção cirúrgica para correção adequada da anatomia e estabilização óssea. Além disso, o diabetes, com glicemia em jejum de 130 e HbA1c de 7,3%, mostra um controle glicêmico moderado, mas que não contraindica necessariamente a cirurgia. Portanto, a fratura deve ser tratada cirurgicamente para evitar complicações e má consolidação.

    Quanto ao tempo para início do apoio após cirurgia, em fraturas estáveis e bem fixadas, o apoio parcial pode começar entre 4 a 6 semanas, dependendo da avaliação clínica e radiológica. A alternativa que defende apoio até 4 semanas está de acordo com orientações que buscam mobilizar o paciente mais cedo para prevenção de complicações, desde que a fixação permita.

    Não é correto que o tratamento seja conservador (alternativa c) pela instabilidade da fratura e subluxação. Gessos inguinopodálico ou suropodálico sem cirurgia em casos assim são inadequados, pois aumentam risco de deformidade e complicações.

    Assim, a alternativa que contempla correção da glicemia (controle pré-operatório), intervenção cirúrgica e início do apoio dentro de 4 semanas está mais correta.

    Portanto, a resposta correta é a alternativa a.
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