Marcos de Castro
EQUIPE
17/09/2026 • 22:01
Vamos entender primeiro do que se trata a audiometria de altas frequências. Ela é um exame que avalia a capacidade auditiva em frequências acima das habituais, geralmente acima de 8 kHz, e é especialmente útil para detectar perdas auditivas iniciais, muitas vezes causadas por fatores ototóxicos (como medicamentos) ou exposição a ruído.
No caso do paciente em tratamento oncológico com cisplatina (uma quimioterapia conhecida por causar toxicidade auditiva), a audiometria de altas frequências é essencial para monitorar precocemente qualquer alteração auditiva, mesmo que a pessoa não tenha sintomas ainda. Isso porque a lesão auditiva induzida pela cisplatina começa a afetar as altas frequências antes de acometer as frequências mais baixas, que impactam audição cotidiana.
Nas outras situações, como vertigem com sintomas agudos, otorreia crônica, perda auditiva progressiva sem relação conhecida com ototoxicidade, ou hipoacusia unilateral em idade avançada, a audiometria convencional é o exame mais comum, e a solicitação obrigatória de audiometria de altas frequências não é a regra.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.
No caso do paciente em tratamento oncológico com cisplatina (uma quimioterapia conhecida por causar toxicidade auditiva), a audiometria de altas frequências é essencial para monitorar precocemente qualquer alteração auditiva, mesmo que a pessoa não tenha sintomas ainda. Isso porque a lesão auditiva induzida pela cisplatina começa a afetar as altas frequências antes de acometer as frequências mais baixas, que impactam audição cotidiana.
Nas outras situações, como vertigem com sintomas agudos, otorreia crônica, perda auditiva progressiva sem relação conhecida com ototoxicidade, ou hipoacusia unilateral em idade avançada, a audiometria convencional é o exame mais comum, e a solicitação obrigatória de audiometria de altas frequências não é a regra.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.