Homem de 56 anos foi submetido a CPRE por quadro de colangite aguda secundári...

Homem de 56 anos foi submetido a CPRE por quadro de colangite aguda secundária à colecodolitiase primária. Durante o procedimento, foi identificada área de estenose do colédoco médio com cálculo bi...


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Homem de 56 anos foi submetido a CPRE por quadro de colangite aguda secundária à colecodolitiase primária. Durante o procedimento, foi identificada área de estenose do colédoco médio com cálculo biliar proximal e dilatação das vias biliares extra-hepáticas a montante. Apresenta histórico colecistectomia prévia há 13 anos, com necessidade de exploração das vias biliares. A cateterização não foi eficaz devido a importante angulação da região e falha de progressão do cateter.
Nesse contexto, qual é a melhor alternativa inicial para a drenagem biliar?
Analisando...
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  • Equipe Gabarite
    Equipe Gabarite EQUIPE
    17/09/2026 • 21:02
    Essa questão trata do manejo da drenagem biliar em um paciente que não teve sucesso na cateterização devido à angulação e dificuldade de progressão durante uma CPRE (Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica).

    Primeiramente, é importante lembrar que a CPRE é o procedimento padrão para drenagem biliar quando há obstrução, mas em casos em que a canulação é impossível por razões anatômicas, como angulação ou estenose severa, outras técnicas devem ser consideradas.

    As opções principais para esses casos são: drenagem biliar ecoguiada (usando ultrassonografia endoscópica para criar uma via alternativa, como hepaticogastrostomia - conexão entre o fígado e o estômago - ou coledocoduodenostomia - conexão entre o colédoco e o duodeno), drenagem transparieto-hepática (através da pele, por radiologia intervencionista), drenagem cirúrgica (biliodigestiva) e o método de rendez-vous, que é uma técnica endoscópica combinada para facilitar o acesso ao ducto biliar.

    Nesse cenário, quando a CPRE fracassa, a drenagem ecoguiada por ecoendoscopia é uma excelente alternativa antes de partir para cirurgia ou drenagem percutânea, pois é menos invasiva e tem boa taxa de sucesso. O procedimento de rendez-vous guiado por ecoendoscopia consiste em facilitar a passagem de um fio guia para que a CPRE seja realizada após essa assistência, sendo considerado a abordagem inicial mais vantajosa.

    Assim, entre as opções apresentadas, o procedimento de rendez-vous guiado por ecoendoscopia (opção e) é o passo inicial recomendado, antes de optar por abordagens radiológicas ou cirúrgicas mais invasiveis.

    Portanto, o gabarito é a alternativa e).
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