Paciente de 29 anos, G1P1, em aleitamento exclusivo
há cinco semanas, procura atendimento com dor intensa em mama esquerda há seis dias, associada a febre
(38,7 ºC), mal-estar e área endurecida em quadrante
superior externo. Iniciou tratamento empírico com cefalexina há 72 horas, com discreta melhora inicial, porém
evoluiu com piora da dor e aumento da área inflamada.
Exame físico: hiperemia localizada, calor, área de 5 cm
endurecida com ponto de flutuação central. Mantém
saída de leite pela aréola. Sem sinais sistêmicos graves.
Ultrassonografia: coleção hipoecoica de 3,8 cm com
conteúdo espesso.
Qual é a melhor conduta neste momento?