Ingrid Nunes
EQUIPE
23/09/2026 • 09:02
Vamos analisar essa questão sobre câncer de próstata, que é um tema muito importante e frequente em concursos da área de saúde. O paciente tem um adenocarcinoma de próstata com Gleason 4+3=7, o que classifica como um câncer de risco intermediário alto, além de apresentar um PSA elevado e lesão PI-RADS 5 na ressonância.
Primeiro, o PSA e a densidade de PSA realmente são usados para ajudar na estratificação de risco do câncer de próstata, confirmando que a alternativa (a) está correta.
O escore ISUP, que reflete o padrão de Gleason, é fundamental para definir o grau do tumor e influenciar diretamente nas decisões terapêuticas, como tratamentos cirúrgicos, radioterapia ou até vigilância ativa. Portanto, a alternativa (b) também está correta.
A ressonância multiparamétrica (MRI) é muito importante para o estadiamento local, especialmente para avaliar extensão extracapsular, e o PET-PSMA tem ganhado espaço na avaliação de metástases, porém não é considerado padrão ou obrigatório para estadiamento inicial em todos os casos. Ainda assim, a alternativa (c) está correta ao afirmar que essas ferramentas são fundamentais no estadiamento, de acordo com as práticas atuais mais avançadas.
Por fim, a alternativa (d) afirma que a ausência de metástases no PET-PSMA permite indicar vigilância ativa como conduta padrão. Isso é incorreto, porque a indicação de vigilância ativa geralmente é reservada para cânceres de baixo risco (Gleason ≤6, PSA <10, sem alterações preocupantes no exame físico ou imagem). Esse paciente tem um Gleason 4+3=7 (ISUP 3), que configura risco intermediário e normalmente requer tratamento ativo, portanto, a vigilância ativa não é a conduta padrão aqui.
Sendo assim, a alternativa incorreta, como a questão pede, é a letra 'd'.
Primeiro, o PSA e a densidade de PSA realmente são usados para ajudar na estratificação de risco do câncer de próstata, confirmando que a alternativa (a) está correta.
O escore ISUP, que reflete o padrão de Gleason, é fundamental para definir o grau do tumor e influenciar diretamente nas decisões terapêuticas, como tratamentos cirúrgicos, radioterapia ou até vigilância ativa. Portanto, a alternativa (b) também está correta.
A ressonância multiparamétrica (MRI) é muito importante para o estadiamento local, especialmente para avaliar extensão extracapsular, e o PET-PSMA tem ganhado espaço na avaliação de metástases, porém não é considerado padrão ou obrigatório para estadiamento inicial em todos os casos. Ainda assim, a alternativa (c) está correta ao afirmar que essas ferramentas são fundamentais no estadiamento, de acordo com as práticas atuais mais avançadas.
Por fim, a alternativa (d) afirma que a ausência de metástases no PET-PSMA permite indicar vigilância ativa como conduta padrão. Isso é incorreto, porque a indicação de vigilância ativa geralmente é reservada para cânceres de baixo risco (Gleason ≤6, PSA <10, sem alterações preocupantes no exame físico ou imagem). Esse paciente tem um Gleason 4+3=7 (ISUP 3), que configura risco intermediário e normalmente requer tratamento ativo, portanto, a vigilância ativa não é a conduta padrão aqui.
Sendo assim, a alternativa incorreta, como a questão pede, é a letra 'd'.