Marcos de Castro
EQUIPE
23/09/2026 • 08:02
Vamos falar sobre Disrafismo Espinhal Oculto (DEO), que é um grupo de malformações do tubo neural, especificamente na região dorsal, envolvendo tecidos mesenquimais e ectodérmicos. Essas anormalidades podem passar despercebidas porque não apresentam, necessariamente, fendas visíveis na pele, daí o termo 'oculto'. A percepção e o diagnóstico dessas condições dependem de exames de imagem, como ultrassom e ressonância magnética.
Agora, analisando as alternativas:
A alternativa (a) fala que o ultrassom pode ser usado em bebês com menos de 6 meses para triagem e que a ressonância magnética é o exame que confirma o diagnóstico definitivo. Isso está correto porque, em lactentes, o ultrassom é uma boa ferramenta inicial devido à fontanela óssea ainda não estar completamente fechada, permitindo boa visualização da medula espinhal. Mas para o diagnóstico definitivo e detalhado, a ressonância magnética é o exame de escolha.
A alternativa (b) menciona que o diagnóstico de medula presa pode ser sugerido se o filum terminale medir mais que 6 mm na imagem. Isso está incorreto, pois o critério costuma ser um filum terminale espessado acima de 2 mm de espessura (não comprimento), além disso, 6 mm é uma medida que não é usada para avaliar medula presa.
A alternativa (c) diz que o sinus dérmico raramente é associado a lesões tumorais ou infecções locais, o que está errado, pois sinus dérmicos podem servir como porta de entrada para infecções e estar associados a lesões como dermóides ou outras massas.
A alternativa (d) afirma que a diastematomielia não é classificada como disrafismo espinhal oculto e afeta mais o sexo masculino. Na verdade, a diastematomielia é sim um tipo de disrafismo espinhal oculto e tende a ocorrer mais em mulheres.
Portanto, a única alternativa que apresenta a informação correta é a (a).
Agora, analisando as alternativas:
A alternativa (a) fala que o ultrassom pode ser usado em bebês com menos de 6 meses para triagem e que a ressonância magnética é o exame que confirma o diagnóstico definitivo. Isso está correto porque, em lactentes, o ultrassom é uma boa ferramenta inicial devido à fontanela óssea ainda não estar completamente fechada, permitindo boa visualização da medula espinhal. Mas para o diagnóstico definitivo e detalhado, a ressonância magnética é o exame de escolha.
A alternativa (b) menciona que o diagnóstico de medula presa pode ser sugerido se o filum terminale medir mais que 6 mm na imagem. Isso está incorreto, pois o critério costuma ser um filum terminale espessado acima de 2 mm de espessura (não comprimento), além disso, 6 mm é uma medida que não é usada para avaliar medula presa.
A alternativa (c) diz que o sinus dérmico raramente é associado a lesões tumorais ou infecções locais, o que está errado, pois sinus dérmicos podem servir como porta de entrada para infecções e estar associados a lesões como dermóides ou outras massas.
A alternativa (d) afirma que a diastematomielia não é classificada como disrafismo espinhal oculto e afeta mais o sexo masculino. Na verdade, a diastematomielia é sim um tipo de disrafismo espinhal oculto e tende a ocorrer mais em mulheres.
Portanto, a única alternativa que apresenta a informação correta é a (a).