Equipe Gabarite
EQUIPE
23/09/2026 • 05:01
Nesta questão estamos diante de um paciente com gangrena extensa em membro inferior, com sinais claros de infecção grave (secreção purulenta, fétida, hiperemia) e sinais de sepse (agitação, desorientação, taquicardia, hipotensão e taquipneia). A ausência do pulso dorsal do pé indica comprometimento vascular distal, porém os pulsos femoral, poplíteo e tibial posterior ainda estão palpáveis, sugerindo que a perna ainda possui circulação proximal razoável.
Quando há gangrena extensa com sinais sistêmicos graves e rapidamente progressivos, o tratamento cirúrgico imediato é essencial para controlar a infecção e evitar a evolução para choque séptico irreversível. Solicitar exames de imagem vascular (alternativa a) não é prioridade, pois o quadro é uma emergência clínica que requer intervenção rápida.
Desbridamento e amputação menor (alternativa b) em gangrenas espalhadas por todo antepé e face anterior da perna provavelmente será insuficiente para controle da infecção, podendo deixar áreas comprometidas. O paciente está instável hemodinamicamente, e o risco de falha terapêutica é alto.
Amputação maior do membro (alternativa c) é a conduta mais adequada: remover toda a área infectada e comprometida permite controle mais eficaz da infecção e melhora a chance de estabilização do paciente.
Aguardar a estabilização clínica para delimitar a gangrena (alternativa d) não é recomendado, pois a infecção deve ser controlada o mais rápido possível para evitar piora do estado geral e risco de morte.
Portanto, a melhor conduta do cirurgião vascular é a amputação maior do membro inferior direito, para remoção completa da área infectada e controle da sepse.
Quando há gangrena extensa com sinais sistêmicos graves e rapidamente progressivos, o tratamento cirúrgico imediato é essencial para controlar a infecção e evitar a evolução para choque séptico irreversível. Solicitar exames de imagem vascular (alternativa a) não é prioridade, pois o quadro é uma emergência clínica que requer intervenção rápida.
Desbridamento e amputação menor (alternativa b) em gangrenas espalhadas por todo antepé e face anterior da perna provavelmente será insuficiente para controle da infecção, podendo deixar áreas comprometidas. O paciente está instável hemodinamicamente, e o risco de falha terapêutica é alto.
Amputação maior do membro (alternativa c) é a conduta mais adequada: remover toda a área infectada e comprometida permite controle mais eficaz da infecção e melhora a chance de estabilização do paciente.
Aguardar a estabilização clínica para delimitar a gangrena (alternativa d) não é recomendado, pois a infecção deve ser controlada o mais rápido possível para evitar piora do estado geral e risco de morte.
Portanto, a melhor conduta do cirurgião vascular é a amputação maior do membro inferior direito, para remoção completa da área infectada e controle da sepse.