Ingrid Nunes
EQUIPE
23/09/2026 • 01:01
Vamos começar entendendo um pouco sobre o câncer de células renais (CCR), especificamente o carcinoma de células claras, que é a forma mais comum dessa doença. Quando o CCR está metastático, ou seja, se espalhou para outros órgãos, o tratamento é mais complexo e depende da avaliação do risco do paciente, feita aqui pelo critério IMDC (International Metastatic Renal Cell Carcinoma Database Consortium). Esse critério classifica o risco em categorias como baixo, intermediário e alto, e cada uma delas tem opções de tratamento específicas que trazem benefício comprovado em estudos clínicos.
No caso apresentado, o paciente é de risco intermediário segundo o IMDC, com bom status funcional (ECOG 1) e função orgânica preservada, o que é importante para tolerar as terapias. Em relação às opções para primeira linha no CCR metastático, várias drogas-alvo e imunoterapias são usadas atualmente, e diversos ensaios clínicos mostraram resultados diferentes em termos de sobrevida global e taxa de resposta.
A cisplatina com gemcitabina, opção a), é mais utilizada em câncer de bexiga, e não é indicada para CCR. O sunitinibe, opção b), foi durante muito tempo o padrão-ouro para CCR metastático, especialmente para pacientes de risco favorable ou intermediário, pois é um inibidor da tirosina quinase, mas atualmente há opções que mostraram vantagem comparativa em termos de eficácia.
O lenvatinibe com everolimo, opção c), é uma combinação que também pode ser usada, mas os dados mais robustos e recentes indicam combinações que envolvem imunoterapia para aumentar a resposta e a sobrevida.
Finalmente, o nivolumabe (um inibidor de PD-1, imunoterapia) associado ao cabozantinibe (inibidor de tirosina quinase) tem se mostrado em diversos estudos, como o CheckMate 9ER, uma terapia de primeira linha que proporciona ganhos significativos em sobrevida global e taxa de resposta para pacientes com CCR metastático de risco intermediário, além de ser bem tolerada.
Portanto, a alternativa correta, que reflete as evidências mais robustas para esse perfil de paciente, é a d) nivolumabe associado a cabozantinibe.
No caso apresentado, o paciente é de risco intermediário segundo o IMDC, com bom status funcional (ECOG 1) e função orgânica preservada, o que é importante para tolerar as terapias. Em relação às opções para primeira linha no CCR metastático, várias drogas-alvo e imunoterapias são usadas atualmente, e diversos ensaios clínicos mostraram resultados diferentes em termos de sobrevida global e taxa de resposta.
A cisplatina com gemcitabina, opção a), é mais utilizada em câncer de bexiga, e não é indicada para CCR. O sunitinibe, opção b), foi durante muito tempo o padrão-ouro para CCR metastático, especialmente para pacientes de risco favorable ou intermediário, pois é um inibidor da tirosina quinase, mas atualmente há opções que mostraram vantagem comparativa em termos de eficácia.
O lenvatinibe com everolimo, opção c), é uma combinação que também pode ser usada, mas os dados mais robustos e recentes indicam combinações que envolvem imunoterapia para aumentar a resposta e a sobrevida.
Finalmente, o nivolumabe (um inibidor de PD-1, imunoterapia) associado ao cabozantinibe (inibidor de tirosina quinase) tem se mostrado em diversos estudos, como o CheckMate 9ER, uma terapia de primeira linha que proporciona ganhos significativos em sobrevida global e taxa de resposta para pacientes com CCR metastático de risco intermediário, além de ser bem tolerada.
Portanto, a alternativa correta, que reflete as evidências mais robustas para esse perfil de paciente, é a d) nivolumabe associado a cabozantinibe.