Camila Duarte
EQUIPE
23/09/2026 • 01:01
Vamos analisar essa questão que trata do manejo do colesterol LDL em um paciente com múltiplos fatores de risco cardiovascular. Esse homem tem diabetes, é coronariopata, está usando rosuvastatina e ezetimiba, e apresenta um LDL de 78 mg/dL após tratamento, o que indica uma boa redução a partir do LDL inicial de 162 mg/dL.
Segundo as diretrizes atuais para pacientes com muito alto risco cardiovascular (como é o caso, considerando a coronariopatia, diabetes, e o CACscore elevado), a meta de LDL é ainda mais rigorosa, ou seja, deve estar abaixo de 55 mg/dL e com redução relativa superior a 50% em relação ao valor inicial. Nesse paciente, embora haja uma boa redução (de 162 para 78, aproximadamente 52%), o valor absoluto ainda está acima do alvo (<55 mg/dL).
Diante disso, a conduta recomendada não é manter a terapia atual (como sugere a alternativa a), nem trocar a estatina por atorvastatina (alternativa d), pois a rosuvastatina 40 mg já é a estatina mais potente disponível, e a troca não traria benefício significativo. Também não está indicado iniciar fibrato apenas com triglicérides em 185 mg/dL, especialmente porque não é a principal meta para prevenção cardiovascular nesse cenário (alternativa c).
Portanto, a conduta adequada é adicionar um inibidor da PCSK9 (alternativa b), que ajuda a reduzir ainda mais os níveis de LDL de forma segura e eficaz, buscando alcançar a meta de <55 mg/dL e a redução relativa mínima de 50%.
Gabarito: b
Segundo as diretrizes atuais para pacientes com muito alto risco cardiovascular (como é o caso, considerando a coronariopatia, diabetes, e o CACscore elevado), a meta de LDL é ainda mais rigorosa, ou seja, deve estar abaixo de 55 mg/dL e com redução relativa superior a 50% em relação ao valor inicial. Nesse paciente, embora haja uma boa redução (de 162 para 78, aproximadamente 52%), o valor absoluto ainda está acima do alvo (<55 mg/dL).
Diante disso, a conduta recomendada não é manter a terapia atual (como sugere a alternativa a), nem trocar a estatina por atorvastatina (alternativa d), pois a rosuvastatina 40 mg já é a estatina mais potente disponível, e a troca não traria benefício significativo. Também não está indicado iniciar fibrato apenas com triglicérides em 185 mg/dL, especialmente porque não é a principal meta para prevenção cardiovascular nesse cenário (alternativa c).
Portanto, a conduta adequada é adicionar um inibidor da PCSK9 (alternativa b), que ajuda a reduzir ainda mais os níveis de LDL de forma segura e eficaz, buscando alcançar a meta de <55 mg/dL e a redução relativa mínima de 50%.
Gabarito: b