Matheus Fernandes
EQUIPE
23/09/2026 • 01:01
Essa questão trata do manejo da estenose aórtica grave com fração de ejeção reduzida, um tema muito importante nas diretrizes internacionais de valvopatias da ESC/EACTS atualizadas para 2025. A estenose aórtica grave é caracterizada por área valvar menor que 1 cm² (aqui está 0,65 cm²), gradiente médio acima de 40 mmHg (aqui está 63 mmHg) e velocidade máxima acima de 4 m/s (aqui 5,2 m/s). O paciente tem dispneia classe III e síncope, sintomas graves indicativos de intervenção.
Além disso, ele apresenta fração de ejeção do ventrículo esquerdo reduzida (41%), indicando disfunção ventricular. A clinica e os exames confirmam estenose grave de alto gradiente com FEVE baixa. O índice volume sistólico está baixo (28 mL/m²), o que indica baixo débito e confirma que não é um caso de estenose com baixo gradiente e fração de ejeção preservada, mas de baixo débito.
Quanto à escolha do tratamento, as diretrizes recomendam que pacientes idosos com comorbidades significativas (como DPOC GOLD 3 e fragilidade moderada) e anatomia favorável para TAVI sejam encaminhados principalmente para a terapia percutânea, pois apresentam maior risco com cirurgia convencional.
Na questão, o ânulo tem um formato ovalado, altura dos óstios coronários relativamente baixa (9 e 10mm), e alta calcificação (Agatston 4200), todos fatores que influenciam na avaliação para TAVI, mas não contraindicam diretamente o procedimento, apenas exigem cuidados técnicos. Dado o risco cirúrgico elevado e a presença dos critérios favoráveis para TAVI, a recomendação mais alinhada com as diretrizes 2025 é a indicação de TAVI.
As outras alternativas estão incorretas: a opção A preconiza cirurgia apesar do risco aumentado; a C nega indicação de intervenção, o que é errôneo pois o paciente tem clara estenose grave sintomática; a D sugere dobutamina-eco para diferenciar pseudograve, mas isso é indicado quando há baixo fluxo e baixo gradiente com fração de ejeção baixa e área entre 0,6 e 1,0, e gradiente médio baixo (<40 mmHg), o que não é o caso aqui (gradiente médio está elevado).
Portanto, a resposta correta é que a indicação mais apropriada segundo as novas recomendações é a realização de TAVI devido ao risco cirúrgico aumentado e anatomia favorável.
Além disso, ele apresenta fração de ejeção do ventrículo esquerdo reduzida (41%), indicando disfunção ventricular. A clinica e os exames confirmam estenose grave de alto gradiente com FEVE baixa. O índice volume sistólico está baixo (28 mL/m²), o que indica baixo débito e confirma que não é um caso de estenose com baixo gradiente e fração de ejeção preservada, mas de baixo débito.
Quanto à escolha do tratamento, as diretrizes recomendam que pacientes idosos com comorbidades significativas (como DPOC GOLD 3 e fragilidade moderada) e anatomia favorável para TAVI sejam encaminhados principalmente para a terapia percutânea, pois apresentam maior risco com cirurgia convencional.
Na questão, o ânulo tem um formato ovalado, altura dos óstios coronários relativamente baixa (9 e 10mm), e alta calcificação (Agatston 4200), todos fatores que influenciam na avaliação para TAVI, mas não contraindicam diretamente o procedimento, apenas exigem cuidados técnicos. Dado o risco cirúrgico elevado e a presença dos critérios favoráveis para TAVI, a recomendação mais alinhada com as diretrizes 2025 é a indicação de TAVI.
As outras alternativas estão incorretas: a opção A preconiza cirurgia apesar do risco aumentado; a C nega indicação de intervenção, o que é errôneo pois o paciente tem clara estenose grave sintomática; a D sugere dobutamina-eco para diferenciar pseudograve, mas isso é indicado quando há baixo fluxo e baixo gradiente com fração de ejeção baixa e área entre 0,6 e 1,0, e gradiente médio baixo (<40 mmHg), o que não é o caso aqui (gradiente médio está elevado).
Portanto, a resposta correta é que a indicação mais apropriada segundo as novas recomendações é a realização de TAVI devido ao risco cirúrgico aumentado e anatomia favorável.