David Castilho
EQUIPE
23/09/2026 • 01:01
Esta questão aborda a conduta terapêutica em endocardite infecciosa protética complicada, um tema crítico na cardiologia e infectologia. O paciente tem uma valva mitral biológica com sinais claros de endocardite: febre persistente, hemoculturas positivas para Staphylococcus aureus sensível à meticilina, evidência de vegetação grande na prótese, perfuração valvar, abscesso perivalvar e um AVC isquêmico recente, tudo isso indicando um quadro grave e de alto risco.
Segundo as Diretrizes da ESC 2023 sobre Endocardite, a presença de abscesso perivalvar, vegetação móvel grande (>10 mm), e complicações estruturais como perfuração e refluxo grave, são indicações claras para cirurgia precoce, isso pode ocorrer mesmo na presença de evento neurológico isquêmico recente, desde que não haja hemorragia cerebral. Adiar a cirurgia devido ao AVC isquêmico poderia aumentar o risco de complicações, como progressão do abscesso ou embolia.
Assim, não se indica tratamento apenas conservador por 6 semanas (alternativa a), nem o adiamento da cirurgia por 4 semanas (alternativa b) diante dessas complicações. A alternativa d está incorreta porque a ausência de insuficiência cardíaca descompensada não contraindica cirurgia se houver outras indicações claras, como abscesso e risco estrutural.
Portanto, a conduta correta é a cirurgia precoce (<7 dias) devido à gravidade da infecção e risco estrutural, mesmo com o AVC isquêmico recente, conforme a alternativa c.
Segundo as Diretrizes da ESC 2023 sobre Endocardite, a presença de abscesso perivalvar, vegetação móvel grande (>10 mm), e complicações estruturais como perfuração e refluxo grave, são indicações claras para cirurgia precoce, isso pode ocorrer mesmo na presença de evento neurológico isquêmico recente, desde que não haja hemorragia cerebral. Adiar a cirurgia devido ao AVC isquêmico poderia aumentar o risco de complicações, como progressão do abscesso ou embolia.
Assim, não se indica tratamento apenas conservador por 6 semanas (alternativa a), nem o adiamento da cirurgia por 4 semanas (alternativa b) diante dessas complicações. A alternativa d está incorreta porque a ausência de insuficiência cardíaca descompensada não contraindica cirurgia se houver outras indicações claras, como abscesso e risco estrutural.
Portanto, a conduta correta é a cirurgia precoce (<7 dias) devido à gravidade da infecção e risco estrutural, mesmo com o AVC isquêmico recente, conforme a alternativa c.