David Castilho
EQUIPE
23/09/2026 • 00:02
Vamos analisar o caso que é bastante clássico na cardiologia de emergência: um homem com infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAM com supra), evidenciado por dor torácica típica há 1 hora, alterações no ECG e níveis elevados de troponina, confirmando o dano cardíaco. O ECG mostra supraST em V2-V4, que sugere infarto anterior, além de infraST em parede inferior, e a angioplastia emergencial revelou estenose crítica na artéria descendente anterior proximal com fluxo TIMI 0, ou seja, obstrução completa.
O manejo padrão em IAM com supraST é a reperfusão o mais rápido possível, preferencialmente com angioplastia primária (CAT). Além disso, o uso de medicações antitrombóticas é essencial. Durante o procedimento, a terapêutica adjunta fundamental inclui a administração de antiagregantes plaquetários, mais especificamente inibidores do receptor P2Y12, como o ticagrelor ou prasugrel, em adição ao ácido acetilsalicílico (AAS). Isso ajuda a evitar a formação de novos coágulos e a manter o stent permeável após a angioplastia.
A opção de administrar fibrinolítico antes da angioplastia não é recomendada, pois o paciente já está sendo submetido ao CAT de urgência, que tem melhor eficácia e menor risco quando comparado ao fibrinolítico isolado. O uso de anticoagulantes é indicado durante o procedimento para evitar trombose, e não evitado, salvo contraindicações específicas, então a alternativa que sugere evitar anticoagulantes está incorreta. Quanto ao balão de contrapulsação (balloon pump), ele não é usado de rotina, somente em casos compensatórios, como choque cardiogênico ou disfunção ventricular grave.
Portanto, a conduta intra-procedimento essencial no caso é administrar o inibidor de P2Y12 em conjunto com AAS, salvo contraindicações.
O manejo padrão em IAM com supraST é a reperfusão o mais rápido possível, preferencialmente com angioplastia primária (CAT). Além disso, o uso de medicações antitrombóticas é essencial. Durante o procedimento, a terapêutica adjunta fundamental inclui a administração de antiagregantes plaquetários, mais especificamente inibidores do receptor P2Y12, como o ticagrelor ou prasugrel, em adição ao ácido acetilsalicílico (AAS). Isso ajuda a evitar a formação de novos coágulos e a manter o stent permeável após a angioplastia.
A opção de administrar fibrinolítico antes da angioplastia não é recomendada, pois o paciente já está sendo submetido ao CAT de urgência, que tem melhor eficácia e menor risco quando comparado ao fibrinolítico isolado. O uso de anticoagulantes é indicado durante o procedimento para evitar trombose, e não evitado, salvo contraindicações específicas, então a alternativa que sugere evitar anticoagulantes está incorreta. Quanto ao balão de contrapulsação (balloon pump), ele não é usado de rotina, somente em casos compensatórios, como choque cardiogênico ou disfunção ventricular grave.
Portanto, a conduta intra-procedimento essencial no caso é administrar o inibidor de P2Y12 em conjunto com AAS, salvo contraindicações.