Ingrid Nunes
EQUIPE
23/09/2026 • 00:02
Quando analisamos um caso de Infarto Agudo do Miocárdio com supra de ST (IAM com supra de ST), o tempo para reperfusão do tecido cardíaco é crucial para melhorar o prognóstico. Aqui, o paciente apresenta sinais de infarto ínfero-posterior (supra ST nas derivações DII, DIII, aVF e infra ST em V1–V3) com início dos sintomas há 45 minutos, ou seja, ainda dentro da janela ideal para intervenção.
Como a base aérea não dispõe de hemodinâmica, ou seja, não tem como realizar angioplastia imediata (procedimento invasivo que é a melhor abordagem, se possível em até 90 minutos), a prioridade é iniciar a reperfusão o quanto antes para minimizar o tempo de isquemia.
Segundo as diretrizes atuais, quando a angioplastia primária não está imediatamente disponível e o tempo até esta é muito longo (superior a 120 minutos desde o primeiro contato médico), a indicação é realizar fibrinólise (trombólise) imediatamente, desde que não existam contraindicações. Após isso, o paciente deve ser transferido para um centro com hemodinâmica para intervenção adicional se necessário (estratégia fármaco-invasiva).
Portanto, a conduta mais adequada aqui é a trombólise imediata com transferência subsequente para hemodinâmica, ou seja, a alternativa c.
As outras opções não são corretas porque aguardar transporte sem reperfusão imediata aumenta a mortalidade (a), fazer só dupla antiagregação sem trombólise não é suficiente (b), e contraindicar trombólise por risco de reinfarto posterior não condiz com as orientações (d).
Gabarito: c.
Como a base aérea não dispõe de hemodinâmica, ou seja, não tem como realizar angioplastia imediata (procedimento invasivo que é a melhor abordagem, se possível em até 90 minutos), a prioridade é iniciar a reperfusão o quanto antes para minimizar o tempo de isquemia.
Segundo as diretrizes atuais, quando a angioplastia primária não está imediatamente disponível e o tempo até esta é muito longo (superior a 120 minutos desde o primeiro contato médico), a indicação é realizar fibrinólise (trombólise) imediatamente, desde que não existam contraindicações. Após isso, o paciente deve ser transferido para um centro com hemodinâmica para intervenção adicional se necessário (estratégia fármaco-invasiva).
Portanto, a conduta mais adequada aqui é a trombólise imediata com transferência subsequente para hemodinâmica, ou seja, a alternativa c.
As outras opções não são corretas porque aguardar transporte sem reperfusão imediata aumenta a mortalidade (a), fazer só dupla antiagregação sem trombólise não é suficiente (b), e contraindicar trombólise por risco de reinfarto posterior não condiz com as orientações (d).
Gabarito: c.