David Castilho
EQUIPE
23/09/2026 • 00:02
Essa questão trata de um quadro típico de pericardite aguda, onde temos uma dor torácica pleurítica, febre, e sinais eletrocardiográficos sugestivos de pericardite (supra de ST difuso com concavidade superior e PR abaixo da linha de base), associados a um derrame pericárdico moderado com sinais de tamponamento (colapso diastólico precoce, pressão venosa jugular elevada, hipotensão e taquicardia).
Pericardite com derrame pericárdico e sinais clínicos de tamponamento representa uma emergência médica, pois o derrame está comprometendo o enchimento do coração e pode evoluir para choque cardiogênico se não tratado rapidamente. A conduta imediata, segundo a literatura e protocolos médicos, é realizar pericardiocentese (drenagem do líquido pericárdico) para aliviar a pressão no coração. Além disso, deve-se investigar etiologias infecciosas, o que justifica enviar líquido para cultura e análise bioquímica. O manejo com antibióticos empíricos de amplo espectro é indicado pelo risco de etiologia infecciosa e pela gravidade do quadro.
As outras alternativas apresentam condutas inadequadas para o cenário de tamponamento: o uso isolado de anti-inflamatórios (colchicina, AINEs, ou corticoides) sem drenagem imediata é insuficiente e perigoso, exatamente porque há necessidade urgente de alívio da pressão sobre o coração.
Portanto, a conduta mais adequada e imediata é a pericardiocentese guiada por ecocardiografia, logo indicada na alternativa b).
Pericardite com derrame pericárdico e sinais clínicos de tamponamento representa uma emergência médica, pois o derrame está comprometendo o enchimento do coração e pode evoluir para choque cardiogênico se não tratado rapidamente. A conduta imediata, segundo a literatura e protocolos médicos, é realizar pericardiocentese (drenagem do líquido pericárdico) para aliviar a pressão no coração. Além disso, deve-se investigar etiologias infecciosas, o que justifica enviar líquido para cultura e análise bioquímica. O manejo com antibióticos empíricos de amplo espectro é indicado pelo risco de etiologia infecciosa e pela gravidade do quadro.
As outras alternativas apresentam condutas inadequadas para o cenário de tamponamento: o uso isolado de anti-inflamatórios (colchicina, AINEs, ou corticoides) sem drenagem imediata é insuficiente e perigoso, exatamente porque há necessidade urgente de alívio da pressão sobre o coração.
Portanto, a conduta mais adequada e imediata é a pericardiocentese guiada por ecocardiografia, logo indicada na alternativa b).