Mulher de 38 anos se apresenta ao pronto-socorro com história de falta de ar ...

Mulher de 38 anos se apresenta ao pronto-socorro com história de falta de ar há 2 dias. Ela afirma ter se sentido cansada nas últimas duas semanas, mas não consegue descrever outros sintomas. Ela n...


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Mulher de 38 anos se apresenta ao pronto-socorro com história de falta de ar há 2 dias. Ela afirma ter se sentido cansada nas últimas duas semanas, mas não consegue descrever outros sintomas. Ela nunca fumou e nega outras patologias. Exame físico: apresenta sibilância difusa, mas sem dor panturrilha ou edema nos membros inferiores; temperatura: 37  ºC; pressão arterial: 126  ×  74 mmHg; frequência cardíaca: 80 bpm; frequência respiratória: 20 irpm. A radiografia torácica não revela consolidação. A tomografia de tórax revela um nódulo redondo de 6 mm, sem linfadenopatia ou derrame pleural; não há calcificações no nódulo. Ela é tratada com salbutamol e corticoide e recebe alta hospitalar em condição estável.

Nessa paciente, a melhor recomendação é indicar
Analisando...
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  • Camila Duarte
    Camila Duarte EQUIPE
    23/09/2026 • 00:02
    Vamos analisar o caso dessa mulher de 38 anos que se queixa de falta de ar há dois dias e cansaço nas últimas duas semanas, sem outros sintomas relevantes. Ela nunca fumou, o exame físico mostra sibilância difusa (que pode indicar um componente obstrutivo), e os sinais vitais estão estáveis. A radiografia de tórax não mostra consolidação, descartando pneumonia, por exemplo. A tomografia mostra um nódulo redondo de 6 mm, sem linfadenopatia ou derrame.

    Quando encontramos um nódulo pulmonar pequeno (< 8 mm) em um paciente sem fatores de risco claros e com exame inicial sem suspeita imediata de malignidade ou infecção grave, a conduta recomendada em diretrizes pneumológicas é o seguimento com exames de imagem para observar a evolução do nódulo, pois a maioria dos nódulos pequenos é benigna e um procedimento invasivo imediato pode ser desnecessário e arriscado.

    As opções como a broncoscopia com biópsia, biópsia por agulha guiada ou até PET-CT geralmente são indicadas para nódulos maiores, com características suspeitas ou pacientes com fatores de risco para câncer (como tabagismo). No caso de nódulos pequenos, o controle com tomografia de tórax em intervalos regulares é a recomendação mais segura e eficaz para monitorar possível crescimento ou alteração do nódulo. Portanto, a melhor conduta aqui é seguir com tomografia de tórax para avaliação futura.

    Gabarito correto: E
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