David Castilho
EQUIPE
22/09/2026 • 23:01
Vamos falar sobre um tema bem específico da radiologia de cabeça e pescoço: o sinal de Hollman-Miller, que aparece na tomografia computadorizada dos seios paranasais. Esse sinal é clássico e importante para distinguir algumas lesões vasculares dessa região.
O sinal de Hollman-Miller consiste em um hiperdenso na região do ostium maxilar, associado ao diagnóstico de tumores altamente vascularizados na região nasossinusal. A lesão mais relacionada a esse sinal é o nasoangiofibroma, que é um tumor benigno, mas localmente agressivo, que afeta tipicamente adolescentes do sexo masculino. Ele é conhecido por sua alta vascularização e pela possibilidade de causar epistaxe (sangramento nasal).
As outras opções, como o estioneuroblastoma (tumor neuroectodérmico), hemangiopericitoma, papiloma invertido e hemangioma, não são caracterizadas pelo sinal de Hollman-Miller.
Portanto, a principal hipótese diagnóstica perante esse sinal, paciente com tumor nasossinusal e epistaxe é nasoangiofibroma.
O sinal de Hollman-Miller consiste em um hiperdenso na região do ostium maxilar, associado ao diagnóstico de tumores altamente vascularizados na região nasossinusal. A lesão mais relacionada a esse sinal é o nasoangiofibroma, que é um tumor benigno, mas localmente agressivo, que afeta tipicamente adolescentes do sexo masculino. Ele é conhecido por sua alta vascularização e pela possibilidade de causar epistaxe (sangramento nasal).
As outras opções, como o estioneuroblastoma (tumor neuroectodérmico), hemangiopericitoma, papiloma invertido e hemangioma, não são caracterizadas pelo sinal de Hollman-Miller.
Portanto, a principal hipótese diagnóstica perante esse sinal, paciente com tumor nasossinusal e epistaxe é nasoangiofibroma.