David Castilho
EQUIPE
22/09/2026 • 22:02
Vamos falar sobre as formas da vitamina D, um tema que aparece bastante em questões envolvidas com bioquímica e farmacologia. A vitamina D passa por várias transformações até chegar na sua forma ativa. Inicialmente, temos o ergocalciferol (vitamina D2) e o colecalciferol (vitamina D3), que sofrem uma primeira hidroxilação no fígado, formando o calcidiol (25-hidroxicolecalciferol). Este é o principal marcador sérico usado para avaliar o estado da vitamina D no organismo, por ser a forma mais abundante e estável, com meia-vida relativamente longa. Depois, no rim, o calcidiol é convertido em calcitriol (1,25-dihidroxicolecalciferol), que é a forma biologicamente ativa da vitamina D, responsável pelos efeitos fisiológicos no metabolismo do cálcio.
Sobre as alternativas, a letra a está correta: o calcidiol tem uma meia-vida maior que o calcitriol. Já o ergocalciferol não é 24,25 dihidroxivitamina D, na realidade esta é uma forma metabolizada do calcidiol, mas não é usada para monitoramento. A alternativa b traz um erro conceitual ao relacionar ergocalciferol com 24,25 dihidroxivitamina D e indicar como melhor marcador sérico para monitoramento, o que não é correto. A alternativa c erra na nomenclatura do calcitriol (não é 24,25 dihidroxicolecalciferol) e apesar do calcitriol ser usado em insuficiência renal, a descrição está incorreta. A d também contém erros na nomenclatura e indicação. Finalmente, a e traz uma nomenclatura incorreta ao associar o calcitriol a 1,24 dihidroxicolecalciferol, e afirma que é o marcador sérico mais confiável para monitoramento, quando na prática essa função é do calcidiol.
Portanto, a alternativa correta é a letra a.
Sobre as alternativas, a letra a está correta: o calcidiol tem uma meia-vida maior que o calcitriol. Já o ergocalciferol não é 24,25 dihidroxivitamina D, na realidade esta é uma forma metabolizada do calcidiol, mas não é usada para monitoramento. A alternativa b traz um erro conceitual ao relacionar ergocalciferol com 24,25 dihidroxivitamina D e indicar como melhor marcador sérico para monitoramento, o que não é correto. A alternativa c erra na nomenclatura do calcitriol (não é 24,25 dihidroxicolecalciferol) e apesar do calcitriol ser usado em insuficiência renal, a descrição está incorreta. A d também contém erros na nomenclatura e indicação. Finalmente, a e traz uma nomenclatura incorreta ao associar o calcitriol a 1,24 dihidroxicolecalciferol, e afirma que é o marcador sérico mais confiável para monitoramento, quando na prática essa função é do calcidiol.
Portanto, a alternativa correta é a letra a.