Equipe Gabarite
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22/09/2026 • 22:02
Vamos conversar um pouco sobre hiperprolactinemia, que é o aumento da prolactina no sangue. Ela pode ter várias causas, incluindo tumores da hipófise, medicamentos, estímulos ou traumas que aumentam a produção desse hormônio.
A síndrome do efeito gancho ocorre quando, em testes laboratoriais, valores muito elevados de prolactina em pacientes com grandes tumores hipofisários podem ser subestimados pela técnica do teste imunométrico. Por isso, a avaliação do efeito gancho é recomendada quando há grandes tumores hipofisários associados a níveis normais ou levemente elevados de prolactina, para evitar falsos negativos, o que confirma a alternativa a).
Sobre a alternativa b), níveis de prolactina muito altos, acima de 200-250 ng/mL, geralmente indicam macroprolactinoma, e não descartam; portanto, essa afirmação está incorreta.
Lesões traumáticas na parede torácica, como cirurgias ou queimaduras, costumam aumentar o estímulo para liberação de prolactina, logo, não reduzem os níveis, contrariando a alternativa c).
A diferenciação entre macroprolactinomas e macroprolactinemia não depende apenas do valor da prolactina até 200 ng/mL, pois a macroprolactina pode elevar os níveis sem sintomas claros, tornando a alternativa d) incorreta.
Por fim, o aumento da prolactina devido a medicamentos (hiperprolactinemia farmacológica) pode ter níveis variados e a especificidade para diferenciar essa condição com base no valor até 300 ng/mL não é alta, sendo falsa a alternativa e).
Assim, a alternativa correta é a letra a).
A síndrome do efeito gancho ocorre quando, em testes laboratoriais, valores muito elevados de prolactina em pacientes com grandes tumores hipofisários podem ser subestimados pela técnica do teste imunométrico. Por isso, a avaliação do efeito gancho é recomendada quando há grandes tumores hipofisários associados a níveis normais ou levemente elevados de prolactina, para evitar falsos negativos, o que confirma a alternativa a).
Sobre a alternativa b), níveis de prolactina muito altos, acima de 200-250 ng/mL, geralmente indicam macroprolactinoma, e não descartam; portanto, essa afirmação está incorreta.
Lesões traumáticas na parede torácica, como cirurgias ou queimaduras, costumam aumentar o estímulo para liberação de prolactina, logo, não reduzem os níveis, contrariando a alternativa c).
A diferenciação entre macroprolactinomas e macroprolactinemia não depende apenas do valor da prolactina até 200 ng/mL, pois a macroprolactina pode elevar os níveis sem sintomas claros, tornando a alternativa d) incorreta.
Por fim, o aumento da prolactina devido a medicamentos (hiperprolactinemia farmacológica) pode ter níveis variados e a especificidade para diferenciar essa condição com base no valor até 300 ng/mL não é alta, sendo falsa a alternativa e).
Assim, a alternativa correta é a letra a).