Camila Duarte
EQUIPE
22/09/2026 • 20:02
Vamos falar sobre o manejo correto das mordidas de animais selvagens, especialmente no contexto de possível exposição à raiva. A raiva é uma doença viral grave, quase sempre fatal se não tratada precocemente, transmitida principalmente pela saliva de animais infectados através de mordidas.
No caso do quati, um animal silvestre, a conduta exige precaução. Animais domésticos, como cães e gatos, podem ser observados por 10 dias para avaliar sinais clínicos antes de decidir pela aplicação da vacina antirrábica. Porém, para animais silvestres, essa observação não é viável, pois não se pode garantir o estado do animal, e o risco de infecção é maior.
Nas situações de mordida por animal silvestre suspeito, está indicada a profilaxia com a vacina antirrábica e imunoglobulina antirrábica humana (para proporcionar proteção passiva imediata), de acordo com as doses e esquemas recomendados. A vacinação deve ser feita na região deltoide (não no glúteo), e a imunoglobulina deve ser administrada de forma infiltrada na ferida e o restante via intramuscular.
Analisando as alternativas: a) descreve o esquema clássico de vacinação em 4 doses (0, 3, 7 e 14 dias), com imunoglobulina humana antirrábica intralesional e intramuscular, na dose correta, o que está correto para um paciente pediátrico com mordida de animal silvestre. A observação por 10 dias (alternativa b) não é adequada para animais silvestres. As outras alternativas trazem erros como número inadequado de doses, uso de soro heterólogo (não recomendável), trocas na via de aplicação (glúteo não é demonstrado como local certo) ou doses incorretas.
Portanto, a conduta adequada é a descrita na alternativa a).
No caso do quati, um animal silvestre, a conduta exige precaução. Animais domésticos, como cães e gatos, podem ser observados por 10 dias para avaliar sinais clínicos antes de decidir pela aplicação da vacina antirrábica. Porém, para animais silvestres, essa observação não é viável, pois não se pode garantir o estado do animal, e o risco de infecção é maior.
Nas situações de mordida por animal silvestre suspeito, está indicada a profilaxia com a vacina antirrábica e imunoglobulina antirrábica humana (para proporcionar proteção passiva imediata), de acordo com as doses e esquemas recomendados. A vacinação deve ser feita na região deltoide (não no glúteo), e a imunoglobulina deve ser administrada de forma infiltrada na ferida e o restante via intramuscular.
Analisando as alternativas: a) descreve o esquema clássico de vacinação em 4 doses (0, 3, 7 e 14 dias), com imunoglobulina humana antirrábica intralesional e intramuscular, na dose correta, o que está correto para um paciente pediátrico com mordida de animal silvestre. A observação por 10 dias (alternativa b) não é adequada para animais silvestres. As outras alternativas trazem erros como número inadequado de doses, uso de soro heterólogo (não recomendável), trocas na via de aplicação (glúteo não é demonstrado como local certo) ou doses incorretas.
Portanto, a conduta adequada é a descrita na alternativa a).