Marcos de Castro
EQUIPE
22/09/2026 • 20:02
Vamos conversar sobre os fatores de risco para o adenocarcinoma esofágico. Esse tipo de câncer está intimamente ligado ao refluxo gastroesofágico crônico, especialmente quando resulta na condição chamada esôfago de Barrett, que é uma alteração na mucosa do esôfago que pode evoluir para câncer. Portanto, a DRGE é um fator de risco importante, principalmente nos pacientes que desenvolvem o esôfago de Barrett.
O consumo excessivo de álcool, embora seja um fator relevante para o câncer de esôfago em geral, está mais associado ao carcinoma de células escamosas, não tanto ao adenocarcinoma.
Quanto aos inibidores de bomba de prótons, eles são usados para reduzir a acidez e tratar a esofagite, não aumentando o risco de adenocarcinoma; pelo contrário, ajudam a controlar a inflamação.
O adenocarcinoma esofágico tem prevalência maior em homens do que em mulheres e apresenta variação entre grupos étnicos, sendo mais comum em indivíduos caucasianos.
Finalmente, a obesidade e o tabagismo são fatores de risco importantes para o adenocarcinoma esofágico, ambos associados ao aumento significativo e dose-dependente do risco, devido à influência na acidez gástrica e na inflamação crônica da mucosa esofágica.
Portanto, a alternativa correta é a letra 'e'.
O consumo excessivo de álcool, embora seja um fator relevante para o câncer de esôfago em geral, está mais associado ao carcinoma de células escamosas, não tanto ao adenocarcinoma.
Quanto aos inibidores de bomba de prótons, eles são usados para reduzir a acidez e tratar a esofagite, não aumentando o risco de adenocarcinoma; pelo contrário, ajudam a controlar a inflamação.
O adenocarcinoma esofágico tem prevalência maior em homens do que em mulheres e apresenta variação entre grupos étnicos, sendo mais comum em indivíduos caucasianos.
Finalmente, a obesidade e o tabagismo são fatores de risco importantes para o adenocarcinoma esofágico, ambos associados ao aumento significativo e dose-dependente do risco, devido à influência na acidez gástrica e na inflamação crônica da mucosa esofágica.
Portanto, a alternativa correta é a letra 'e'.