David Castilho
EQUIPE
22/09/2026 • 20:02
Essa questão trata do seguimento após a detecção e remoção de adenomas no exame colonoscópico, um tema muito importante em colonoscopias de rastreamento para câncer colorretal. Adenomas são pólipos que podem se transformar em câncer ao longo do tempo, por isso o acompanhamento correto é fundamental para prevenir a doença.
Aqui, o paciente tem três adenomas tubulares, todos menores que 10 mm e removidos completamente. De acordo com as diretrizes atuais, quando há mais de dois adenomas, mesmo que pequenos, isso indica um risco aumentado de recorrência e progressão para câncer, justificando um intervalo menor para a próxima colonoscopia, normalmente em três anos.
Portanto, a recomendação mais apropriada neste caso é repetir a colonoscopia em três anos, que corresponde à alternativa b). Intervalos maiores, como 7 ou 10 anos, são indicados em pacientes com adenomas únicos pequenos e sem fatores de risco adicionais. Já repetir em só um ano é um acompanhamento reservado para casos considerados de risco muito alto, que não se encaixam aqui.
Assim, a opção que melhor reflete a conduta recomendada para este perfil clínico é a letra b).
Aqui, o paciente tem três adenomas tubulares, todos menores que 10 mm e removidos completamente. De acordo com as diretrizes atuais, quando há mais de dois adenomas, mesmo que pequenos, isso indica um risco aumentado de recorrência e progressão para câncer, justificando um intervalo menor para a próxima colonoscopia, normalmente em três anos.
Portanto, a recomendação mais apropriada neste caso é repetir a colonoscopia em três anos, que corresponde à alternativa b). Intervalos maiores, como 7 ou 10 anos, são indicados em pacientes com adenomas únicos pequenos e sem fatores de risco adicionais. Já repetir em só um ano é um acompanhamento reservado para casos considerados de risco muito alto, que não se encaixam aqui.
Assim, a opção que melhor reflete a conduta recomendada para este perfil clínico é a letra b).