Equipe Gabarite
EQUIPE
22/09/2026 • 20:02
Vamos analisar esse caso que envolve uma paciente idosa em tratamento para osteoporose que apresenta dor intensa para engolir (odinofagia), dor atrás do esterno, febre baixa e mal-estar. Esses sintomas começaram após uma mudança recente na medicação, o que já dá uma pista importante. Na endoscopia, há uma lesão ulcerada profunda e linear no terço médio do esôfago, com bordas bem definidas, e há suspeita de perfuração mural.
O tema principal aqui é a esofagite, que é a inflamação do esôfago. Dentre as causas, temos as esofagites por refluxo, por agentes infecciosos, por medicamentos, por impacto alimentar, e ainda uma condição grave chamada Síndrome de Boerhaave, que é uma ruptura esofágica espontânea, geralmente por esforço intenso.
A paciente não tem histórico de refluxo, tem hérnia hiatal, mas não sinais ativos de refluxo na endoscopia. A lesão é linear e no terço médio do esôfago, o que é típico da esofagite medicamentosa, pois certos remédios podem causar uma úlcera quando ficam parados no esôfago, prejudicando a mucosa local.
Além disso, a mudança recente na prescrição, associada ao quadro específico e lesão endoscópica, favorece o diagnóstico de esofagite medicamentosa. A esofagite por agente oportunista costuma ocorrer em pacientes imunossuprimidos e tem aspecto diferente endoscopicamente. Esofagite por impactação alimentar é mais comum na parte distal com alimentos presos e costuma causar obstrução súbita. Esofagite de refluxo normalmente acomete o terço distal e com outras alterações típicas. A Síndrome de Boerhaave costuma ocorrer após vômitos violentos com ruptura transmural, causando quadro mais grave e choque, e se apresentaria diferentemente.
Portanto, o diagnóstico mais provável é a esofagite medicamentosa.
O tema principal aqui é a esofagite, que é a inflamação do esôfago. Dentre as causas, temos as esofagites por refluxo, por agentes infecciosos, por medicamentos, por impacto alimentar, e ainda uma condição grave chamada Síndrome de Boerhaave, que é uma ruptura esofágica espontânea, geralmente por esforço intenso.
A paciente não tem histórico de refluxo, tem hérnia hiatal, mas não sinais ativos de refluxo na endoscopia. A lesão é linear e no terço médio do esôfago, o que é típico da esofagite medicamentosa, pois certos remédios podem causar uma úlcera quando ficam parados no esôfago, prejudicando a mucosa local.
Além disso, a mudança recente na prescrição, associada ao quadro específico e lesão endoscópica, favorece o diagnóstico de esofagite medicamentosa. A esofagite por agente oportunista costuma ocorrer em pacientes imunossuprimidos e tem aspecto diferente endoscopicamente. Esofagite por impactação alimentar é mais comum na parte distal com alimentos presos e costuma causar obstrução súbita. Esofagite de refluxo normalmente acomete o terço distal e com outras alterações típicas. A Síndrome de Boerhaave costuma ocorrer após vômitos violentos com ruptura transmural, causando quadro mais grave e choque, e se apresentaria diferentemente.
Portanto, o diagnóstico mais provável é a esofagite medicamentosa.