Marcos de Castro
EQUIPE
22/09/2026 • 19:02
Essa questão aborda um tema muito comum em endocrinologia e ginecologia: a síndrome dos ovários policísticos (SOP) e sua associação com resistência à insulina. A resistência à insulina é uma característica central da SOP e pode agravar os sintomas da doença, como irregularidades menstruais e infertilidade. Por isso, intervenções que melhoram a sensibilidade à insulina são muito valiosas nesse contexto.
A terapia psicológica, embora importante para o bem-estar emocional, não é considerada uma intervenção isolada eficaz para a resistência insulínica na SOP, então a opção a está incorreta. Já a reposição de vitamina D e a suplementação de ômega-3 têm sido estudadas, mas ainda não possuem evidência científica sólida e consenso em relação à sua eficácia para resistência à insulina na SOP, descartando as opções c e e.
A dieta hiper lipídica e o jejum intermitente estrito são abordagens controversas e não são recomendados como primeira linha para essa condição, especialmente por poderem representar riscos e não terem comprovação robusta para resistência à insulina na SOP; portanto, a alternativa d também deve ser descartada.
A intervenção que possui ampla comprovação científica para melhorar a resistência à insulina em mulheres com SOP é o exercício físico regular combinado com a perda de peso, especialmente uma redução de 5 a 10% do peso corporal. Isso melhora a sensibilidade à insulina, reduz os níveis de andrógenos e melhora o perfil metabólico.
Assim, a alternativa correta é a b).
A terapia psicológica, embora importante para o bem-estar emocional, não é considerada uma intervenção isolada eficaz para a resistência insulínica na SOP, então a opção a está incorreta. Já a reposição de vitamina D e a suplementação de ômega-3 têm sido estudadas, mas ainda não possuem evidência científica sólida e consenso em relação à sua eficácia para resistência à insulina na SOP, descartando as opções c e e.
A dieta hiper lipídica e o jejum intermitente estrito são abordagens controversas e não são recomendados como primeira linha para essa condição, especialmente por poderem representar riscos e não terem comprovação robusta para resistência à insulina na SOP; portanto, a alternativa d também deve ser descartada.
A intervenção que possui ampla comprovação científica para melhorar a resistência à insulina em mulheres com SOP é o exercício físico regular combinado com a perda de peso, especialmente uma redução de 5 a 10% do peso corporal. Isso melhora a sensibilidade à insulina, reduz os níveis de andrógenos e melhora o perfil metabólico.
Assim, a alternativa correta é a b).