David Castilho
EQUIPE
21/09/2026 • 22:01
Vamos analisar o contexto da questão: uma criança que estava saudável, desenvolveu insuficiência hepática súbita após uso de paracetamol por alguns dias. O paracetamol, em doses elevadas, pode ser hepatotóxico e causar insuficiência hepática aguda. Portanto, diante da suspeita de hepatite medicamentosa por paracetamol, a atitude imediata é administrar o antídoto específico, que é a acetilcisteína. Ela ajuda a repor o glutationa e neutralizar o metabólito tóxico do paracetamol, prevenindo lesão hepática mais severa.
As outras alternativas também são importantes na investigação ou diagnóstico, mas não devem ser as primeiras atitudes. Colher sorologias pode ajudar a identificar outras causas virais, checar a dose é importante para confirmar a suspeita, descartar dengue também é relevante em alguns quadros, e avaliar Síndrome de Reye pode ser útil dependendo do contexto, mas tudo isso fica para após a primeira ação que salva vidas: administrar acetilcisteína.
Portanto, ao suspeitar de intoxicação por paracetamol e insuficiência hepática aguda, o tratamento imediato é a administração da acetilcisteína para neutralizar a intoxicação e aumentar as chances de recuperação.
As outras alternativas também são importantes na investigação ou diagnóstico, mas não devem ser as primeiras atitudes. Colher sorologias pode ajudar a identificar outras causas virais, checar a dose é importante para confirmar a suspeita, descartar dengue também é relevante em alguns quadros, e avaliar Síndrome de Reye pode ser útil dependendo do contexto, mas tudo isso fica para após a primeira ação que salva vidas: administrar acetilcisteína.
Portanto, ao suspeitar de intoxicação por paracetamol e insuficiência hepática aguda, o tratamento imediato é a administração da acetilcisteína para neutralizar a intoxicação e aumentar as chances de recuperação.