Equipe Gabarite
EQUIPE
21/09/2026 • 22:01
Nesta questão, o foco é a escolha do método anticoncepcional mais adequado para uma puérpera no período precoce do pós-parto, ou seja, até 6 semanas, segundo a classificação de elegibilidade da OMS para métodos contraceptivos. Esse tema é bastante importante em ginecologia e obstetrícia, pois é preciso considerar a segurança tanto da mãe quanto do bebê, principalmente quando há amamentação envolvida.
O primeiro ponto a analisar é que a paciente está com 72 horas de pós-parto, ainda em fase inicial, e está amamentando exclusivamente. Sabemos que alguns métodos hormonais combinados (que contêm estrogênio e progesterona) são contraindicados nesse estágio, pois o estrogênio pode reduzir a produção de leite e aumentar o risco de trombose, especialmente no pós-parto precoce, período de hipercoagulabilidade.
Os métodos de progestagênio isolado (minipílula, implante, injetáveis) são geralmente permitidos, pois não interferem na amamentação e têm baixo risco. Além disso, os métodos não hormonais, como o DIU de cobre, também são considerados seguros, embora a inserção possa ser mais sensível no pós-parto imediato, devido à involução uterina.
Analisando as alternativas:
a) Anticoncepcional hormonal injetável trimestral (geralmente de progestagênio) pode ser usado, inclusive já na fase precoce após o parto, pois não prejudica a amamentação.
b) DIU de levonorgestrel costuma ser recomendado após as 6 semanas de pós-parto, não no período imediato, para evitar expulsão.
c) DIU de cobre também tem maior risco de expulsão se inserido imediatamente no pós-parto, mas pode ser colocado até 48 horas após o parto ou após 4 a 6 semanas. Como a paciente está com 72 horas, a inserção imediata ainda é possível, mas a questão pode conflitar com a prática mais conservadora.
d) Anticoncepcional hormonal combinado oral é contraindicado no período imediato do pós-parto por aumentar risco de trombose e alterar a amamentação.
e) Implante com etonogestrel (progestagênio) é seguro e pode ser iniciado logo no pós-parto, não prejudica a amamentação e tem alta eficácia.
Entre as opções, o implante de etonogestrel (e) e o anticoncepcional hormonal injetável trimestral (a) são seguros e recomendados no pós-parto imediato. Porém, o implante costuma ser mais indicado em puérperas que desejam longa duração e alta eficácia sem interferir na amamentação.
Portanto, o método mais adequado para essa paciente, considerando segurança, eficácia e amamentação, é o implante com etonogestrel.
Gabarito: e
O primeiro ponto a analisar é que a paciente está com 72 horas de pós-parto, ainda em fase inicial, e está amamentando exclusivamente. Sabemos que alguns métodos hormonais combinados (que contêm estrogênio e progesterona) são contraindicados nesse estágio, pois o estrogênio pode reduzir a produção de leite e aumentar o risco de trombose, especialmente no pós-parto precoce, período de hipercoagulabilidade.
Os métodos de progestagênio isolado (minipílula, implante, injetáveis) são geralmente permitidos, pois não interferem na amamentação e têm baixo risco. Além disso, os métodos não hormonais, como o DIU de cobre, também são considerados seguros, embora a inserção possa ser mais sensível no pós-parto imediato, devido à involução uterina.
Analisando as alternativas:
a) Anticoncepcional hormonal injetável trimestral (geralmente de progestagênio) pode ser usado, inclusive já na fase precoce após o parto, pois não prejudica a amamentação.
b) DIU de levonorgestrel costuma ser recomendado após as 6 semanas de pós-parto, não no período imediato, para evitar expulsão.
c) DIU de cobre também tem maior risco de expulsão se inserido imediatamente no pós-parto, mas pode ser colocado até 48 horas após o parto ou após 4 a 6 semanas. Como a paciente está com 72 horas, a inserção imediata ainda é possível, mas a questão pode conflitar com a prática mais conservadora.
d) Anticoncepcional hormonal combinado oral é contraindicado no período imediato do pós-parto por aumentar risco de trombose e alterar a amamentação.
e) Implante com etonogestrel (progestagênio) é seguro e pode ser iniciado logo no pós-parto, não prejudica a amamentação e tem alta eficácia.
Entre as opções, o implante de etonogestrel (e) e o anticoncepcional hormonal injetável trimestral (a) são seguros e recomendados no pós-parto imediato. Porém, o implante costuma ser mais indicado em puérperas que desejam longa duração e alta eficácia sem interferir na amamentação.
Portanto, o método mais adequado para essa paciente, considerando segurança, eficácia e amamentação, é o implante com etonogestrel.
Gabarito: e