Paciente, vítima de trauma de alta energia, apresenta
dissociação escapulotorácica associada à avulsão pré-ganglionar completa do plexo braquial, evoluindo após
mais de 18 meses com membro flácido, anestésico, doloroso e sem possibilidade de reconstrução funcional.
Nessa situação, a conduta mais indicada é: