David Castilho
EQUIPE
21/09/2026 • 18:01
Esta questão aborda um cenário clínico típico de um paciente imunocomprometido, com histórico de HIV e sintomas neurológicos. O paciente apresenta cefaleia persistente, febre, papiledema, além de alterações na punção lombar, com pressão de abertura aumentada, pleocitose linfomononuclear, hipoglicorraquia e proteínas elevadas. O detalhe crucial para o diagnóstico é o resultado positivo da tinta da China, que indica a presença de Cryptococcus neoformans no líquor.
A criptococose meníngea é uma infecção oportunista frequente em pacientes com imunossupressão, especialmente naqueles com HIV sem tratamento adequado e CD4 baixos. O tratamento inicial padrão recomendado para a criptococose meníngea envolve a associação da anfotericina B com flucitosina, pois essa combinação é mais eficaz para reduzir a carga fúngica no sistema nervoso central.
As outras alternativas correspondem a tratamentos para outras infecções: fluconazol é usado na terapia de manutenção da criptococose, sulfadiazina/pirimetamina/ácido folínico para toxoplasmose, a associação de rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol para tuberculose, e sulfametoxazol-trimetoprima para pneumocistose. Portanto, no paciente descrito, que possui manifestações clínicas e laboratoriais compatíveis com criptococose meníngea, o tratamento inicial correto é anfotericina B mais flucitosina.
A criptococose meníngea é uma infecção oportunista frequente em pacientes com imunossupressão, especialmente naqueles com HIV sem tratamento adequado e CD4 baixos. O tratamento inicial padrão recomendado para a criptococose meníngea envolve a associação da anfotericina B com flucitosina, pois essa combinação é mais eficaz para reduzir a carga fúngica no sistema nervoso central.
As outras alternativas correspondem a tratamentos para outras infecções: fluconazol é usado na terapia de manutenção da criptococose, sulfadiazina/pirimetamina/ácido folínico para toxoplasmose, a associação de rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol para tuberculose, e sulfametoxazol-trimetoprima para pneumocistose. Portanto, no paciente descrito, que possui manifestações clínicas e laboratoriais compatíveis com criptococose meníngea, o tratamento inicial correto é anfotericina B mais flucitosina.