Equipe Gabarite
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21/09/2026 • 18:01
Vamos entender um pouco sobre neurossífilis, que é uma manifestação tardia da sífilis causada pela infecção do sistema nervoso pelo Treponema pallidum. A paralisia geral progressiva é um dos quadros mais conhecidos da neurossífilis, mas ela costuma aparecer bem depois da infecção, geralmente após 10 a 20 anos, e não entre 2 a 5 anos, conforme a alternativa (a) que está errada.
Já a alternativa (b) diz que o VDRL positivo no sangue confirma sífilis, mas o VDRL é um teste não treponêmico, usado para triagem e para monitorar tratamento, não para um diagnóstico definitivo isoladamente, pois pode haver falso-positivos. Por isso essa alternativa também não está correta.
Quanto à alternativa (c), o tratamento de primeira escolha para neurossífilis grave é a penicilina G cristalina, administrada na veia (intravenosamente), e não a ceftriaxona intramuscular. Embora a ceftriaxona possa ser usada em alguns casos quando a penicilina não é possível, não é o padrão inicial, e a via intramuscular não é a recomendada para neurossífilis grave.
A alternativa (d) afirma que na sífilis primária não há indicação de coleta de líquor para avaliação de neurossífilis de rotina, o que é correto, pois a neurossífilis geralmente ocorre em fases mais avançadas, e a punção lombar não é rotina na fase primária, exceto em casos específicos com sintomas neurológicos.
Por último, a alternativa (e) fala que o diagnóstico da neurossífilis requer VDRL positivo no líquor. Na verdade, o VDRL no líquor é muito específico, e seu resultado positivo confirma neurossífilis, porém ele pode ser negativo mesmo em neurossífilis, daí a necessidade de avaliar outros parâmetros no líquor e exames, por isso a exigência do VDRL positivo no líquor não é absoluta para diagnóstico.
Portanto, a alternativa correta é a (d).
Já a alternativa (b) diz que o VDRL positivo no sangue confirma sífilis, mas o VDRL é um teste não treponêmico, usado para triagem e para monitorar tratamento, não para um diagnóstico definitivo isoladamente, pois pode haver falso-positivos. Por isso essa alternativa também não está correta.
Quanto à alternativa (c), o tratamento de primeira escolha para neurossífilis grave é a penicilina G cristalina, administrada na veia (intravenosamente), e não a ceftriaxona intramuscular. Embora a ceftriaxona possa ser usada em alguns casos quando a penicilina não é possível, não é o padrão inicial, e a via intramuscular não é a recomendada para neurossífilis grave.
A alternativa (d) afirma que na sífilis primária não há indicação de coleta de líquor para avaliação de neurossífilis de rotina, o que é correto, pois a neurossífilis geralmente ocorre em fases mais avançadas, e a punção lombar não é rotina na fase primária, exceto em casos específicos com sintomas neurológicos.
Por último, a alternativa (e) fala que o diagnóstico da neurossífilis requer VDRL positivo no líquor. Na verdade, o VDRL no líquor é muito específico, e seu resultado positivo confirma neurossífilis, porém ele pode ser negativo mesmo em neurossífilis, daí a necessidade de avaliar outros parâmetros no líquor e exames, por isso a exigência do VDRL positivo no líquor não é absoluta para diagnóstico.
Portanto, a alternativa correta é a (d).