David Castilho
EQUIPE
21/09/2026 • 18:01
Vamos falar sobre reações cutâneas a medicamentos antiepilépticos, que é o tema da questão.
Quando um paciente com epilepsia focal começa a apresentar uma erupção maculopapular eritematosa após iniciar lamotrigina, estamos diante de uma possível reação adversa cutânea. A lamotrigina é conhecida por causar reações alérgicas que podem variar desde leves até a síndrome de Stevens-Johnson, que é grave.
A erupção maculopapular difusa que surge, geralmente, está relacionada a uma reação de hipersensibilidade imunológica, ou seja, depende da suscetibilidade do sistema imune do paciente, e não é dose-dependente. Importante lembrar que a velocidade de titulação da lamotrigina é fundamental para evitar reações, já que o ajuste rápido da dose aumenta o risco.
Na prática, ao surgir essa reação cutânea, a conduta é suspender imediatamente a lamotrigina para evitar piora, considerando que manter o medicamento pode levar a complicações graves. A troca do medicamento precisa ser feita com cuidado, escolhendo uma alternativa menos propensa a causar problemas. Fenitoína também pode causar reações cutâneas, então não é a conduta ideal.
Portanto, analisando as alternativas: (a) está incorreta porque a troca por fenitoína não é a melhor escolha; (b) correta, pois o mecanismo é relacionado à vulnerabilidade imunológica; (c) errada, pois não é dose-dependente e não desaparece só com redução da dose; (d) incorreta, pois a velocidade de titulação influencia sim; (e) errada, porque a reação não é autolimitada e a lamotrigina deve ser suspensa.
Gabarito: alternativa b.
Quando um paciente com epilepsia focal começa a apresentar uma erupção maculopapular eritematosa após iniciar lamotrigina, estamos diante de uma possível reação adversa cutânea. A lamotrigina é conhecida por causar reações alérgicas que podem variar desde leves até a síndrome de Stevens-Johnson, que é grave.
A erupção maculopapular difusa que surge, geralmente, está relacionada a uma reação de hipersensibilidade imunológica, ou seja, depende da suscetibilidade do sistema imune do paciente, e não é dose-dependente. Importante lembrar que a velocidade de titulação da lamotrigina é fundamental para evitar reações, já que o ajuste rápido da dose aumenta o risco.
Na prática, ao surgir essa reação cutânea, a conduta é suspender imediatamente a lamotrigina para evitar piora, considerando que manter o medicamento pode levar a complicações graves. A troca do medicamento precisa ser feita com cuidado, escolhendo uma alternativa menos propensa a causar problemas. Fenitoína também pode causar reações cutâneas, então não é a conduta ideal.
Portanto, analisando as alternativas: (a) está incorreta porque a troca por fenitoína não é a melhor escolha; (b) correta, pois o mecanismo é relacionado à vulnerabilidade imunológica; (c) errada, pois não é dose-dependente e não desaparece só com redução da dose; (d) incorreta, pois a velocidade de titulação influencia sim; (e) errada, porque a reação não é autolimitada e a lamotrigina deve ser suspensa.
Gabarito: alternativa b.