Camila Duarte
EQUIPE
21/09/2026 • 17:02
Vamos entender um pouco sobre a cárie dentária, que é uma doença causada pela interação entre o dente, a saliva, a microbiota (bactérias) e a dieta. Tudo isso acontece em um processo dinâmico onde a produção de ácidos pelas bactérias, a resistência do esmalte e a capacidade de neutralização da saliva são fundamentais.
A alternativa (a) está errada porque as proteínas e os lipídios não são considerados altamente cariogênicos; o que alimenta as bactérias e favorece a cárie são os açúcares fermentáveis, especialmente os carboidratos como sacarose.
A alternativa (b) está correta. Mesmo que o esmalte tenha menor mineralização, uma boa capacidade tampão da saliva que combate os ácidos produzidos pelo metabolismo bacteriano pode manter o esmalte íntegro, evitando o desenvolvimento da lesão.
A alternativa (c) está incorreta porque a glicólise gera ácidos que aumentam a concentração de íons hidrogênio (H+), ou seja, reduzem o pH, e não reduzem a concentração de íons hidrogênio. Essa diminuição do pH favorece a desmineralização, que se manifesta como mancha branca.
A alternativa (d) contém informações equivocadas sobre o papel dos íons cálcio e fosfato: embora importantes para a remineralização, a capacidade tampão principal da saliva é dada pelo íon bicarbonato, que é o mais eficaz no controle do pH, especialmente em fluxos salivais aumentados. Além disso, a ação desses íons pode ser mediada por proteínas.
A alternativa (e) também está errada, pois o esmalte recém-erupcionado nessa faixa etária (2 a 4 anos) é menos mineralizado e, portanto, mais suscetível à desmineralização e desenvolvimento de cárie, aumentando o risco nessa etapa.
Portanto, a alternativa mais correta é a (b).
A alternativa (a) está errada porque as proteínas e os lipídios não são considerados altamente cariogênicos; o que alimenta as bactérias e favorece a cárie são os açúcares fermentáveis, especialmente os carboidratos como sacarose.
A alternativa (b) está correta. Mesmo que o esmalte tenha menor mineralização, uma boa capacidade tampão da saliva que combate os ácidos produzidos pelo metabolismo bacteriano pode manter o esmalte íntegro, evitando o desenvolvimento da lesão.
A alternativa (c) está incorreta porque a glicólise gera ácidos que aumentam a concentração de íons hidrogênio (H+), ou seja, reduzem o pH, e não reduzem a concentração de íons hidrogênio. Essa diminuição do pH favorece a desmineralização, que se manifesta como mancha branca.
A alternativa (d) contém informações equivocadas sobre o papel dos íons cálcio e fosfato: embora importantes para a remineralização, a capacidade tampão principal da saliva é dada pelo íon bicarbonato, que é o mais eficaz no controle do pH, especialmente em fluxos salivais aumentados. Além disso, a ação desses íons pode ser mediada por proteínas.
A alternativa (e) também está errada, pois o esmalte recém-erupcionado nessa faixa etária (2 a 4 anos) é menos mineralizado e, portanto, mais suscetível à desmineralização e desenvolvimento de cárie, aumentando o risco nessa etapa.
Portanto, a alternativa mais correta é a (b).