Equipe Gabarite
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21/09/2026 • 17:02
Vamos falar um pouco sobre o MitraClip, um dispositivo utilizado para tratar a insuficiência mitral funcional quando o paciente não é um bom candidato para cirurgia aberta. O MitraClip é uma opção menos invasiva que visa aproximar as bordas das cúspides mitrais para reduzir a regurgitação.
Agora, durante o procedimento, algumas complicações podem surgir e, se forem graves, podem contraindicar a continuação do implante. O objetivo é evitar situações que possam piorar o quadro ou colocar o paciente em risco imediato.
A dissecção da artéria coronária esquerda (alternativa a) não é uma complicação comum ou relacionada diretamente ao procedimento do MitraClip, pois o procedimento é feito via cateterismo pela veia femoral, passando pelo átrio esquerdo, não manipulando as artérias coronárias.
A formação obrigatória de trombo intracavitário (alternativa b) não acontece como regra no MitraClip, embora a trombose possa ser uma complicação em geral pós procedimento.
A estenose mitral iatrogênica (alternativa c) pode ocorrer caso o clip reduza demais a área valvar, causando obstrução ao fluxo pelo orifício mitral, e é uma complicação reconhecida e que contraindica a finalização do procedimento.
Insuficiência aórtica aguda (alternativa d) também não é tipicamente relacionada ao MitraClip, que atua na valva mitral e não na aórtica.
Já a ruptura de músculo papilar (alternativa e) é uma complicação possível, mas é rara e não é uma complicação direta do clip, e sim mais comum em casos de infarto ou trauma.
Portanto, entre as opções dadas, a estenose mitral iatrogênica por redução excessiva da área valvar (alternativa c) é a complicação mais relevante que pode ser identificada durante o procedimento e que contraindica a implantação definitiva do dispositivo.
Agora, durante o procedimento, algumas complicações podem surgir e, se forem graves, podem contraindicar a continuação do implante. O objetivo é evitar situações que possam piorar o quadro ou colocar o paciente em risco imediato.
A dissecção da artéria coronária esquerda (alternativa a) não é uma complicação comum ou relacionada diretamente ao procedimento do MitraClip, pois o procedimento é feito via cateterismo pela veia femoral, passando pelo átrio esquerdo, não manipulando as artérias coronárias.
A formação obrigatória de trombo intracavitário (alternativa b) não acontece como regra no MitraClip, embora a trombose possa ser uma complicação em geral pós procedimento.
A estenose mitral iatrogênica (alternativa c) pode ocorrer caso o clip reduza demais a área valvar, causando obstrução ao fluxo pelo orifício mitral, e é uma complicação reconhecida e que contraindica a finalização do procedimento.
Insuficiência aórtica aguda (alternativa d) também não é tipicamente relacionada ao MitraClip, que atua na valva mitral e não na aórtica.
Já a ruptura de músculo papilar (alternativa e) é uma complicação possível, mas é rara e não é uma complicação direta do clip, e sim mais comum em casos de infarto ou trauma.
Portanto, entre as opções dadas, a estenose mitral iatrogênica por redução excessiva da área valvar (alternativa c) é a complicação mais relevante que pode ser identificada durante o procedimento e que contraindica a implantação definitiva do dispositivo.