Ingrid Nunes
EQUIPE
21/09/2026 • 15:02
Vamos falar sobre a avaliação ultrassonográfica das fístulas para hemodiálise, que é essencial para garantir que a fístula esteja funcionando adequadamente e que o fluxo sanguíneo seja suficiente para a diálise. A avaliação ultrassonográfica considera parâmetros do fluxo arterial e venoso tanto antes da cirurgia (pré-operatório) quanto após a criação da fístula (pós-operatório).
Na artéria aferente de uma fístula autóloga normal, o fluxo deve ser de baixa resistência, ou seja, apresentando características contínuas durante a sístole e a diástole. Um fluxo de alta resistência com componente diastólico diminuído indicaria impedimento ao fluxo, não sendo considerado normal, o que elimina a alternativa a).
Sobre a alternativa b), o chamado 'roubo arterial distal' ocorre quando a fístula desvia o fluxo sanguíneo que normalmente iria para a mão, podendo causar isquemia. O fluxo invertido em artéria distal, que volta a ser anterógrado após compressão da veia eferente, é justamente um sinal ultrassonográfico clássico desse efeito, indicando seu diagnóstico correto.
A alternativa c) descreve um fluxo pulsátil, bifásico e turbulento na veia eferente, o que não é esperado para uma fístula normal, pois o fluxo venoso tende a ser laminar e monofásico com baixa resistência. O aliasing focal pode indicar uma estenose ou outra anomalia.
Em relação à alternativa d), se o volume de fluxo na tributária acessória é menor que na veia eferente, isso significa que não há desvio significativo do fluxo para essa tributária; portanto, a dita condição não caracteriza desvio de fluxo para tributária, tornando esta alternativa incorreta.
Por fim, a alternativa e) apresenta um detalhe técnico sobre a avaliação venosa pré-operatória: a veia deve estar patente e sem estenoses, mas por um segmento mínimo de 10 cm (e não 5 cm) para garantir que haja calibre adequado para confecção e maturação da fístula.
Portanto, a única alternativa correta é a b).
Na artéria aferente de uma fístula autóloga normal, o fluxo deve ser de baixa resistência, ou seja, apresentando características contínuas durante a sístole e a diástole. Um fluxo de alta resistência com componente diastólico diminuído indicaria impedimento ao fluxo, não sendo considerado normal, o que elimina a alternativa a).
Sobre a alternativa b), o chamado 'roubo arterial distal' ocorre quando a fístula desvia o fluxo sanguíneo que normalmente iria para a mão, podendo causar isquemia. O fluxo invertido em artéria distal, que volta a ser anterógrado após compressão da veia eferente, é justamente um sinal ultrassonográfico clássico desse efeito, indicando seu diagnóstico correto.
A alternativa c) descreve um fluxo pulsátil, bifásico e turbulento na veia eferente, o que não é esperado para uma fístula normal, pois o fluxo venoso tende a ser laminar e monofásico com baixa resistência. O aliasing focal pode indicar uma estenose ou outra anomalia.
Em relação à alternativa d), se o volume de fluxo na tributária acessória é menor que na veia eferente, isso significa que não há desvio significativo do fluxo para essa tributária; portanto, a dita condição não caracteriza desvio de fluxo para tributária, tornando esta alternativa incorreta.
Por fim, a alternativa e) apresenta um detalhe técnico sobre a avaliação venosa pré-operatória: a veia deve estar patente e sem estenoses, mas por um segmento mínimo de 10 cm (e não 5 cm) para garantir que haja calibre adequado para confecção e maturação da fístula.
Portanto, a única alternativa correta é a b).