Equipe Gabarite
EQUIPE
21/09/2026 • 15:02
Vamos falar sobre os exames de imagem usados nas doenças reumatológicas, que são essenciais para o diagnóstico e monitoramento dessas doenças. Cada exame tem suas indicações e suas limitações. A ressonância magnética, por exemplo, tem diferentes sequências, como T1 e T2, que são usadas para avaliar distintos tipos de tecido e alterações.
A alternativa a) fala sobre ressonância magnética ponderada em T1 para detectar lesões inflamatórias ativas nas espondiloartrites, mas na verdade as lesões inflamatórias ativas são melhor visualizadas nas sequências ponderadas em T2 com supressão de gordura ou nas imagens com contraste, não em T1.
Na alternativa b), diz que na radiografia as estruturas com alta densidade aparecem em tons cinza escuros ou próximos ao preto, o que está errado. Na radiografia, estruturas densas, como ossos, aparecem brancas ou em tons claros; o preto representa ar. Portanto, essa informação está incorreta.
Alternativa c) menciona que a tomografia passou a fazer parte dos critérios ASAS nas espondiloartrites para mostrar lesões inflamatórias precocemente e avaliar atividade da doença. Isso também é incorreto, porque a tomografia computadorizada é muito boa para analisar estruturas ósseas, mas tem baixa sensibilidade para mudanças inflamatórias precoces e não é usada para avaliar atividade inflamatória, e não é parte dos critérios ASAS.
Quanto à alternativa d), fala que a ultrassonografia é ótima na avaliação do edema ósseo, o que não é verdade. O edema ósseo é um achado da ressonância magnética; a ultrassonografia não consegue avaliar edema dentro do osso, mas é usada para avaliar partes moles, articulações superficiais e derrames.
Finalmente, a alternativa e) informa que a tomografia computadorizada de dupla energia tem papel importante no diagnóstico da artrite relacionada à gota. Isso é verdadeiro, pois essa tecnologia permite diferenciar cristais de urato monosódico, característicos da gota, detectando depósitos com alta precisão.
Portanto, a alternativa correta é a letra e).
A alternativa a) fala sobre ressonância magnética ponderada em T1 para detectar lesões inflamatórias ativas nas espondiloartrites, mas na verdade as lesões inflamatórias ativas são melhor visualizadas nas sequências ponderadas em T2 com supressão de gordura ou nas imagens com contraste, não em T1.
Na alternativa b), diz que na radiografia as estruturas com alta densidade aparecem em tons cinza escuros ou próximos ao preto, o que está errado. Na radiografia, estruturas densas, como ossos, aparecem brancas ou em tons claros; o preto representa ar. Portanto, essa informação está incorreta.
Alternativa c) menciona que a tomografia passou a fazer parte dos critérios ASAS nas espondiloartrites para mostrar lesões inflamatórias precocemente e avaliar atividade da doença. Isso também é incorreto, porque a tomografia computadorizada é muito boa para analisar estruturas ósseas, mas tem baixa sensibilidade para mudanças inflamatórias precoces e não é usada para avaliar atividade inflamatória, e não é parte dos critérios ASAS.
Quanto à alternativa d), fala que a ultrassonografia é ótima na avaliação do edema ósseo, o que não é verdade. O edema ósseo é um achado da ressonância magnética; a ultrassonografia não consegue avaliar edema dentro do osso, mas é usada para avaliar partes moles, articulações superficiais e derrames.
Finalmente, a alternativa e) informa que a tomografia computadorizada de dupla energia tem papel importante no diagnóstico da artrite relacionada à gota. Isso é verdadeiro, pois essa tecnologia permite diferenciar cristais de urato monosódico, característicos da gota, detectando depósitos com alta precisão.
Portanto, a alternativa correta é a letra e).