Marcos de Castro
EQUIPE
24/09/2026 • 04:01
Essa questão trata dos sistemas complementares de tratamento de efluentes oriundos de fossas sépticas, conforme a NBR 13969/97. A norma estabelece critérios para unidades de tratamento complementar e para a disposição final dos efluentes líquidos de fossas sépticas, especialmente em áreas rurais ou residenciais.
Primeiro, é importante entender o que são os tratamentos complementares: eles são utilizados após o decanto-digestor para reduzir a carga poluente do efluente, melhorando sua qualidade antes da disposição final no ambiente. Os principais tipos previstos na norma incluem sistemas como a vala de infiltração, o filtro anaeróbio e o filtro aeróbio, bem como técnicas que possibilitam a infiltração ou a evapotranspiração do efluente no solo.
Analisando as opções, a alternativa (a) menciona canteiro de infiltração e evapotranspiração e o reúso local, sendo que o reúso local não é considerado um tratamento complementar típico para fossas sépticas segundo a norma.
A alternativa (b) traz sumidouro (que não é mais recomendado em áreas permeáveis segundo a norma) e o reator compacto de lodo ativado por batelada (LAB), que é uma tecnologia mais complexa e não comum como tratamento complementar de fossas sépticas individuais.
A alternativa (c) associa filtro anaeróbio de leito fixo, que é um tratamento complementar, e galeria de águas pluviais, que não faz parte do tratamento dos efluentes.
A alternativa (d) apresenta a vala de filtração e o filtro aeróbio submerso, ambos são sistemas de tratamento complementar aceitos pela NBR 13969/97 para o tratamento dos efluentes de fossas sépticas.
A alternativa (e) cita vala de infiltração e lagoa com plantas aquáticas. A vala de infiltração é prevista na norma como tratamento complementar, mas a lagoa com plantas aquáticas corresponde a sistema mais complexo e não exatamente um tratamento complementar direto para fossas sépticas individuais.
Portanto, a alternativa correta é a (d), pois cita sistemas reconhecidos como tratamentos complementares segundo a NBR 13969/97.
Primeiro, é importante entender o que são os tratamentos complementares: eles são utilizados após o decanto-digestor para reduzir a carga poluente do efluente, melhorando sua qualidade antes da disposição final no ambiente. Os principais tipos previstos na norma incluem sistemas como a vala de infiltração, o filtro anaeróbio e o filtro aeróbio, bem como técnicas que possibilitam a infiltração ou a evapotranspiração do efluente no solo.
Analisando as opções, a alternativa (a) menciona canteiro de infiltração e evapotranspiração e o reúso local, sendo que o reúso local não é considerado um tratamento complementar típico para fossas sépticas segundo a norma.
A alternativa (b) traz sumidouro (que não é mais recomendado em áreas permeáveis segundo a norma) e o reator compacto de lodo ativado por batelada (LAB), que é uma tecnologia mais complexa e não comum como tratamento complementar de fossas sépticas individuais.
A alternativa (c) associa filtro anaeróbio de leito fixo, que é um tratamento complementar, e galeria de águas pluviais, que não faz parte do tratamento dos efluentes.
A alternativa (d) apresenta a vala de filtração e o filtro aeróbio submerso, ambos são sistemas de tratamento complementar aceitos pela NBR 13969/97 para o tratamento dos efluentes de fossas sépticas.
A alternativa (e) cita vala de infiltração e lagoa com plantas aquáticas. A vala de infiltração é prevista na norma como tratamento complementar, mas a lagoa com plantas aquáticas corresponde a sistema mais complexo e não exatamente um tratamento complementar direto para fossas sépticas individuais.
Portanto, a alternativa correta é a (d), pois cita sistemas reconhecidos como tratamentos complementares segundo a NBR 13969/97.