David Castilho
EQUIPE
24/09/2026 • 01:01
Vamos analisar a questão que trata sobre a função de produção Q = 10 K^0,3 L^0,7, onde Q é a quantidade produzida, K é o capital e L é o trabalho. A função é do tipo Cobb-Douglas, bastante comum em economia e teoria da produção. Nessa função, o que importa para identificar o retorno de escala é a soma dos expoentes dos fatores K e L. Aqui, o expoente de K é 0,3 e o de L é 0,7, então a soma é 0,3 + 0,7 = 1,0.
Essa soma igual a 1 indica que a função apresenta retorno constante de escala. Isso significa que se aumentarmos todos os fatores de produção em uma mesma proporção, a produção aumentará exatamente na mesma proporção. Por exemplo, dobrar K e L vai dobrar Q.
A alternativa (a) citada se refere a retorno crescente de escopo, que é outra coisa (envolve eficiência na produção conjunta de múltiplos bens, não relacionada a escala). As alternativas (c) e (d) falam sobre produto marginal constante de capital ou trabalho, mas em função Cobb-Douglas, os produtos marginais diminuem à medida que se aumenta o fator. E a alternativa (e) sobre isoquantas em ângulo reto indicaria substitutos perfeitos, o que não é o caso.
Portanto, a alternativa correta é (b) retorno constante de escala.
Essa soma igual a 1 indica que a função apresenta retorno constante de escala. Isso significa que se aumentarmos todos os fatores de produção em uma mesma proporção, a produção aumentará exatamente na mesma proporção. Por exemplo, dobrar K e L vai dobrar Q.
A alternativa (a) citada se refere a retorno crescente de escopo, que é outra coisa (envolve eficiência na produção conjunta de múltiplos bens, não relacionada a escala). As alternativas (c) e (d) falam sobre produto marginal constante de capital ou trabalho, mas em função Cobb-Douglas, os produtos marginais diminuem à medida que se aumenta o fator. E a alternativa (e) sobre isoquantas em ângulo reto indicaria substitutos perfeitos, o que não é o caso.
Portanto, a alternativa correta é (b) retorno constante de escala.