Marcos de Castro
EQUIPE
13/10/2026 • 07:01
Nesta questão, estamos falando sobre indicadores utilizados para monitorar a qualidade da Atenção Primária à Saúde (APS) no contexto do Programa de Certificação de Boas Práticas. Esses indicadores são ferramentas que ajudam a entender como a APS está funcionando, desde acesso até a efetividade no cuidado com os beneficiários.
A alternativa (a) fala da Razão de Consultas Médicas como principal medida de produtividade médica e diz que taxas baixas são sempre desejáveis. Isso não é correto, pois taxas muito baixas podem indicar falta de acesso ou subutilização dos serviços, o que não é positivo.
A alternativa (b) trata do Percentual de Internações por Condições Sensíveis à APS, que é reconhecido como um indicador indireto da efetividade da atenção primária. Se esse percentual é alto, pode sim indicar problemas na atenção primária, porque essas internações poderiam ter sido evitadas com cuidados adequados.
Já a alternativa (c) fala da Taxa de Consultas em Pronto-Socorro e afirma que altas taxas são interpretadas positivamente. Isso não é verdade, pois altas taxas nesse indicador normalmente apontam para a baixa resolutividade da APS e o uso excessivo dos serviços emergenciais, o que não é desejado.
Por fim, a alternativa (d) indica que todos os beneficiários devem passar por consultas multiprofissionais anualmente. Embora a equipe multiprofissional seja importante, a necessidade de consultas anuais para todos os beneficiários não é uma exigência costumeira e não corresponde à interpretação técnica correta sobre esse indicador.
Portanto, a alternativa (b) é a correta porque descreve adequadamente o indicador Percentual de Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária e sua interpretação técnica conforme o Manual da ANS.
A alternativa (a) fala da Razão de Consultas Médicas como principal medida de produtividade médica e diz que taxas baixas são sempre desejáveis. Isso não é correto, pois taxas muito baixas podem indicar falta de acesso ou subutilização dos serviços, o que não é positivo.
A alternativa (b) trata do Percentual de Internações por Condições Sensíveis à APS, que é reconhecido como um indicador indireto da efetividade da atenção primária. Se esse percentual é alto, pode sim indicar problemas na atenção primária, porque essas internações poderiam ter sido evitadas com cuidados adequados.
Já a alternativa (c) fala da Taxa de Consultas em Pronto-Socorro e afirma que altas taxas são interpretadas positivamente. Isso não é verdade, pois altas taxas nesse indicador normalmente apontam para a baixa resolutividade da APS e o uso excessivo dos serviços emergenciais, o que não é desejado.
Por fim, a alternativa (d) indica que todos os beneficiários devem passar por consultas multiprofissionais anualmente. Embora a equipe multiprofissional seja importante, a necessidade de consultas anuais para todos os beneficiários não é uma exigência costumeira e não corresponde à interpretação técnica correta sobre esse indicador.
Portanto, a alternativa (b) é a correta porque descreve adequadamente o indicador Percentual de Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária e sua interpretação técnica conforme o Manual da ANS.