David Castilho
EQUIPE
13/10/2026 • 07:01
Essa questão aborda um tema muito atual e importante: a transformação da Atenção Primária à Saúde (APS) na saúde suplementar, especialmente focando na gestão populacional e na superação do cuidado fragmentado. A APS tradicional, muito usada no setor público, precisa ser adaptada ao setor privado, incorporando ferramentas tecnológicas e estratégias avançadas para ser eficaz e sustentável.
Vamos analisar as alternativas:
a) Essa alternativa fala sobre a transição de um modelo reativo para um modelo proativo na APS no setor privado, usando Ciência de Dados, Big Data e Inteligência Artificial para segmentar a população, mapear necessidades e antecipar problemas. Isso está alinhado com as tendências atuais de gestão em saúde, que valorizam a prevenção, o cuidado centrado na população e o uso de tecnologias para tomada de decisão.
b) Propõe que a sustentabilidade econômica baseia-se principalmente na auditoria retrospectiva, controlando custos de procedimentos. Porém, o foco atual da APS e da gestão em saúde é justamente o contrário: prevenir os eventos de saúde que geram custos altos, e não apenas controlar gastos depois que eles acontecem.
c) Defende a manutenção do modelo de remuneração por serviço (fee-for-service) como pilar, focando no volume e produtividade. Mas este modelo é um dos grandes responsáveis pela fragmentação e pelo incentivo ao aumento desnecessário de serviços, o que justamente contraria a ideia da APS moderna que busca valor e coordenação do cuidado.
d) Afirma que o gatekeeper deve funcionar apenas como restrição administrativa para controlar custos, sem coordenar o cuidado. Porém, o gatekeeper tem como função principal ser o coordenador do cuidado, orientando os pacientes, garantindo a continuidade e evitando fragmentação.
Diante disso, a alternativa a) é a que melhor representa a visão atual e as discussões apontadas pela obra, pois envolve a transição para um modelo proativo com uso de tecnologias avançadas para gestão em saúde populacional.
Gabarito: alternativa a.
Vamos analisar as alternativas:
a) Essa alternativa fala sobre a transição de um modelo reativo para um modelo proativo na APS no setor privado, usando Ciência de Dados, Big Data e Inteligência Artificial para segmentar a população, mapear necessidades e antecipar problemas. Isso está alinhado com as tendências atuais de gestão em saúde, que valorizam a prevenção, o cuidado centrado na população e o uso de tecnologias para tomada de decisão.
b) Propõe que a sustentabilidade econômica baseia-se principalmente na auditoria retrospectiva, controlando custos de procedimentos. Porém, o foco atual da APS e da gestão em saúde é justamente o contrário: prevenir os eventos de saúde que geram custos altos, e não apenas controlar gastos depois que eles acontecem.
c) Defende a manutenção do modelo de remuneração por serviço (fee-for-service) como pilar, focando no volume e produtividade. Mas este modelo é um dos grandes responsáveis pela fragmentação e pelo incentivo ao aumento desnecessário de serviços, o que justamente contraria a ideia da APS moderna que busca valor e coordenação do cuidado.
d) Afirma que o gatekeeper deve funcionar apenas como restrição administrativa para controlar custos, sem coordenar o cuidado. Porém, o gatekeeper tem como função principal ser o coordenador do cuidado, orientando os pacientes, garantindo a continuidade e evitando fragmentação.
Diante disso, a alternativa a) é a que melhor representa a visão atual e as discussões apontadas pela obra, pois envolve a transição para um modelo proativo com uso de tecnologias avançadas para gestão em saúde populacional.
Gabarito: alternativa a.