Marcos de Castro
EQUIPE
13/10/2026 • 06:01
Vamos falar sobre o uso do teste rápido de fluxo lateral para detectar o lipoarabinomanano (LFLAM) em pessoas vivendo com HIV/AIDS (PVHA), principalmente no contexto da tuberculose associada. Esse teste é importante porque ajuda a identificar a coinfecção por tuberculose em pacientes com HIV, especialmente os que têm maior risco de tuberculose ativa ou formas mais graves da doença.
Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para o Manejo da Infecção pelo HIV em adultos (2024), o teste de LFLAM é indicado principalmente em três situações: para PVHA assintomáticas com contagem de linfócitos TCD4 igual ou inferior a 100 células/mm³, pois nessa faixa a imunodeficiência aumenta o risco; para PVHA que apresentam sinais e sintomas de tuberculose pulmonar ou extrapulmonar, independentemente da contagem de TCD4; e para PVHA que estão gravemente doentes, também independentemente da contagem de linfócitos.
Por outro lado, o teste não é indicado para PVHA que são contatos domiciliares de tuberculose ativa sem outros critérios, pois isso não faz parte das recomendações atuais para a utilização do LFLAM.
Assim, analisando as assertivas: a primeira (PVHA assintomáticas com TCD4 ≤ 100) é verdadeira. A segunda (PVHA com sinais e sintomas de tuberculose, independente do TCD4) é verdadeira. A terceira (PVHA gravemente doentes, independente do TCD4) é verdadeira. E a quarta (PVHA que são contatos domiciliares de tuberculose ativa) é falsa. Logo, a sequência correta é V – V – V – F, que corresponde à alternativa d).
Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para o Manejo da Infecção pelo HIV em adultos (2024), o teste de LFLAM é indicado principalmente em três situações: para PVHA assintomáticas com contagem de linfócitos TCD4 igual ou inferior a 100 células/mm³, pois nessa faixa a imunodeficiência aumenta o risco; para PVHA que apresentam sinais e sintomas de tuberculose pulmonar ou extrapulmonar, independentemente da contagem de TCD4; e para PVHA que estão gravemente doentes, também independentemente da contagem de linfócitos.
Por outro lado, o teste não é indicado para PVHA que são contatos domiciliares de tuberculose ativa sem outros critérios, pois isso não faz parte das recomendações atuais para a utilização do LFLAM.
Assim, analisando as assertivas: a primeira (PVHA assintomáticas com TCD4 ≤ 100) é verdadeira. A segunda (PVHA com sinais e sintomas de tuberculose, independente do TCD4) é verdadeira. A terceira (PVHA gravemente doentes, independente do TCD4) é verdadeira. E a quarta (PVHA que são contatos domiciliares de tuberculose ativa) é falsa. Logo, a sequência correta é V – V – V – F, que corresponde à alternativa d).