Matheus Fernandes
EQUIPE
13/10/2026 • 01:01
Vamos começar falando um pouco sobre trauma facial, que envolve fraturas e lesões nos ossos da face. Essas fraturas podem afetar diferentes ossos e apresentam características bastante específicas quanto a sua frequência, diagnóstico e tratamento.
A alternativa a menciona que a fratura dos ossos próprios nasais é a segunda mais comum dos ossos da face. Na verdade, as fraturas nasais são as mais comuns em traumas faciais, mas não necessariamente as dos ossos próprios nasais ficam em segundo lugar. Normalmente, a fratura do osso zigomático é considerada a segunda mais comum.
Na alternativa b, fala-se da radiografia simples da face, dizendo que é um exame sensível, mas que pode deixar de identificar fraturas nasais em até 10% dos casos. Na realidade, a radiografia simples da face tem baixa sensibilidade para fraturas nasais, e a ausência de fratura na radiografia não descarta a sua existência. O exame mais confiável é a tomografia computadorizada.
A alternativa c diz que o tratamento conservador é a primeira escolha em casos com desvio de fragmentos ósseos e cartilagíneos, mesmo com deformidades. Isso está incorreto, pois fraturas com desvio moderado a grave costumam indicar redução (manipulação) ou cirurgia para correção, visando evitar deformidades estéticas e funcionais.
A alternativa d fala sobre as fraturas naso-etmoido-orbitárias, que podem causar fístula liquórica (vazamento de líquido cefalorraquidiano) e anosmia (perda do olfato). Isso está correto, porque essas fraturas afetam a região da base do crânio e podem romper a lâmina cribiforme, levando a essas complicações.
Dessa forma, a alternativa correta é a letra d.
A alternativa a menciona que a fratura dos ossos próprios nasais é a segunda mais comum dos ossos da face. Na verdade, as fraturas nasais são as mais comuns em traumas faciais, mas não necessariamente as dos ossos próprios nasais ficam em segundo lugar. Normalmente, a fratura do osso zigomático é considerada a segunda mais comum.
Na alternativa b, fala-se da radiografia simples da face, dizendo que é um exame sensível, mas que pode deixar de identificar fraturas nasais em até 10% dos casos. Na realidade, a radiografia simples da face tem baixa sensibilidade para fraturas nasais, e a ausência de fratura na radiografia não descarta a sua existência. O exame mais confiável é a tomografia computadorizada.
A alternativa c diz que o tratamento conservador é a primeira escolha em casos com desvio de fragmentos ósseos e cartilagíneos, mesmo com deformidades. Isso está incorreto, pois fraturas com desvio moderado a grave costumam indicar redução (manipulação) ou cirurgia para correção, visando evitar deformidades estéticas e funcionais.
A alternativa d fala sobre as fraturas naso-etmoido-orbitárias, que podem causar fístula liquórica (vazamento de líquido cefalorraquidiano) e anosmia (perda do olfato). Isso está correto, porque essas fraturas afetam a região da base do crânio e podem romper a lâmina cribiforme, levando a essas complicações.
Dessa forma, a alternativa correta é a letra d.