Marcos de Castro
EQUIPE
12/10/2026 • 21:01
Vamos entender a resposta endócrino-metabólica ao trauma cirúrgico, que é um tema crucial para o manejo do paciente no pós-operatório. Quando ocorre um trauma, o corpo ativa uma série de respostas hormonais e metabólicas para tentar restaurar a homeostase e proteger os órgãos vitais. Entre essas respostas, destaca-se o aumento nos níveis de hormônios como catecolaminas (adrenalina e noradrenalina), cortisol e aldosterona, que provocam efeitos como taquicardia, taquipneia, vasoconstrição e redução do débito cardíaco e do volume urinário para preservar a perfusão tecidual e conservar água e sódio.
Quanto à fase de fluxo, que ocorre no estresse, não representa o retorno imediato ao anabolismo e à normalização da imunidade, mas sim um estado catabólico, com aumento do metabolismo, liberação de energia e comprometimento do sistema imune. Portanto, a alternativa que afirma que esta fase representa o retorno ao anabolismo está incorreta.
A exsudação vascular é uma característica da inflamação, e, nesta situação, as principais substâncias envolvidas são citocinas produzidas por diversas células do sistema imune, principalmente macrófagos e neutrófilos, não linfócitos e adipocinas. Adipocinas são mediadores liberados por tecido adiposo, mas não são as principais responsáveis por exsudação vascular.
Por fim, o cérebro, rins e coração dependem prioritariamente da glicose para seu metabolismo energético, especialmente no caso do cérebro, que usa quase exclusivamente glicose sob condições normais. Ácidos graxos livres e corpos cetônicos podem ser usados por outros tecidos, mas não são as principais fontes energéticas para esses órgãos durante o trauma.
Portanto, a alternativa correta que reflete uma informação precisa sobre a resposta endócrino-metabólica ao trauma cirúrgico é a alternativa "a".
Quanto à fase de fluxo, que ocorre no estresse, não representa o retorno imediato ao anabolismo e à normalização da imunidade, mas sim um estado catabólico, com aumento do metabolismo, liberação de energia e comprometimento do sistema imune. Portanto, a alternativa que afirma que esta fase representa o retorno ao anabolismo está incorreta.
A exsudação vascular é uma característica da inflamação, e, nesta situação, as principais substâncias envolvidas são citocinas produzidas por diversas células do sistema imune, principalmente macrófagos e neutrófilos, não linfócitos e adipocinas. Adipocinas são mediadores liberados por tecido adiposo, mas não são as principais responsáveis por exsudação vascular.
Por fim, o cérebro, rins e coração dependem prioritariamente da glicose para seu metabolismo energético, especialmente no caso do cérebro, que usa quase exclusivamente glicose sob condições normais. Ácidos graxos livres e corpos cetônicos podem ser usados por outros tecidos, mas não são as principais fontes energéticas para esses órgãos durante o trauma.
Portanto, a alternativa correta que reflete uma informação precisa sobre a resposta endócrino-metabólica ao trauma cirúrgico é a alternativa "a".