Equipe Gabarite
EQUIPE
12/10/2026 • 21:01
Vamos entender um pouco sobre transplante de órgãos e os aspectos relacionados aos imunossupressores, rejeição e os processos associados ao órgão transplantado.
Primeiro, sobre os imunossupressores, estes são fundamentais para evitar que o sistema imunológico do receptor ataque o órgão doado. Eles podem causar efeitos colaterais, mas a maioria dos mais usados atualmente tem como principais problemas riscos como infecções, alterações renais, pressão alta, entre outros; pancreatite e aumento de cálculos biliares não são efeitos comuns relacionados a esses medicamentos, e o desenvolvimento de tumores está mais ligado ao uso prolongado do que à maioria dos imunossupressores atuais. Portanto, a alternativa (a) apresenta informações incorretas.
Quanto à alternativa (b), durante os primeiros tempos da era dos transplantes, agentes que promoviam a depleção de células T por anticorpos foram de fato empregados. Apesar de alguma toxicidade, esses agentes (como os anticorpos policlonais ou monoclonais anti-linfócitos) continuam sendo usados, especialmente em protocolos para indução imunossupressora, para prevenir rejeição aguda. Portanto, essa opção está errada ao dizer que foram 'rapidamente abandonados'.
Na alternativa (c), o fenômeno da isquemia seguida pela reperfusão realmente causa dano oxidativo no órgão transplantado. Isso ocorre porque a falta de oxigênio durante a isquemia e o retorno abrupto do fluxo sanguíneo ativam processos que geram radicais livres, causando lesões celulares no enxerto. Esta afirmativa está correta.
Por fim, a alternativa (d) afirma que a rejeição ocorre principalmente nos primeiros três meses e depois é praticamente inexistente pelo surgimento de tolerância, o que não é verdade. Embora o risco seja maior nos primeiros meses, a rejeição pode acontecer em qualquer tempo após o transplante, e o fenômeno da tolerância imunológica no transplante clínico é raro, motivo pelo qual o uso contínuo de imunossupressores é necessário.
Portanto, a única afirmativa correta é a alternativa (c).
Primeiro, sobre os imunossupressores, estes são fundamentais para evitar que o sistema imunológico do receptor ataque o órgão doado. Eles podem causar efeitos colaterais, mas a maioria dos mais usados atualmente tem como principais problemas riscos como infecções, alterações renais, pressão alta, entre outros; pancreatite e aumento de cálculos biliares não são efeitos comuns relacionados a esses medicamentos, e o desenvolvimento de tumores está mais ligado ao uso prolongado do que à maioria dos imunossupressores atuais. Portanto, a alternativa (a) apresenta informações incorretas.
Quanto à alternativa (b), durante os primeiros tempos da era dos transplantes, agentes que promoviam a depleção de células T por anticorpos foram de fato empregados. Apesar de alguma toxicidade, esses agentes (como os anticorpos policlonais ou monoclonais anti-linfócitos) continuam sendo usados, especialmente em protocolos para indução imunossupressora, para prevenir rejeição aguda. Portanto, essa opção está errada ao dizer que foram 'rapidamente abandonados'.
Na alternativa (c), o fenômeno da isquemia seguida pela reperfusão realmente causa dano oxidativo no órgão transplantado. Isso ocorre porque a falta de oxigênio durante a isquemia e o retorno abrupto do fluxo sanguíneo ativam processos que geram radicais livres, causando lesões celulares no enxerto. Esta afirmativa está correta.
Por fim, a alternativa (d) afirma que a rejeição ocorre principalmente nos primeiros três meses e depois é praticamente inexistente pelo surgimento de tolerância, o que não é verdade. Embora o risco seja maior nos primeiros meses, a rejeição pode acontecer em qualquer tempo após o transplante, e o fenômeno da tolerância imunológica no transplante clínico é raro, motivo pelo qual o uso contínuo de imunossupressores é necessário.
Portanto, a única afirmativa correta é a alternativa (c).