Camila Duarte
EQUIPE
12/10/2026 • 20:01
Essa questão trata da doação de hemocomponentes por aférese, um procedimento importante onde se coleta seletivamente algum componente do sangue, como plasma ou plaquetas, e o resto do sangue é devolvido ao doador. É um tema frequente em concursos na área da saúde.
Cada alternativa aborda um aspecto específico das normas técnicas para a doação por aférese. A letra a fala sobre o limite anual de doações de plasma, que costuma ser mais flexível, não necessariamente 12 vezes ao ano, podendo variar conforme as regulamentações. A letra b detalha o intervalo mínimo entre doações, que geralmente é de pelo menos 48 horas para plasma, não apenas 24 horas, e limitações no número de doações em períodos especificados são fundamentadas para evitar sobrecarga no doador.
A letra c aborda a contagem mínima de plaquetas para que o candidato seja aceito para plaquetaférese. O valor mínimo aceito pela maioria dos protocolos é de 150 x 10³ plaquetas/μL, ou seja, 150 mil por microlitro, pois abaixo disso o procedimento pode ser perigoso para o doador.
Por fim, a letra d fala sobre o volume sanguíneo extracorpóreo no processo de aférese, geralmente ele está limitado a 15% do volume total do sangue do doador para evitar riscos, e não 20%.
Dessa forma, a alternativa c, que diz que o candidato não deve ser submetido a plaquetaférese com contagem abaixo de 100 x 10³ plaquetas/μL, está incorreta, porque o limite é mais alto (150 x 10³ plaquetas/μL). A alternativa d está errada por causa do valor de 20%. A alternativa b está incorreta por causa do intervalo mínimo de 24 horas, que é muito curto na prática. A alternativa a fala sobre o máximo de 12 doações anuais de plasma, o que é, em geral, um limite adotado.
Portanto, a alternativa correta é a alternativa a.
Cada alternativa aborda um aspecto específico das normas técnicas para a doação por aférese. A letra a fala sobre o limite anual de doações de plasma, que costuma ser mais flexível, não necessariamente 12 vezes ao ano, podendo variar conforme as regulamentações. A letra b detalha o intervalo mínimo entre doações, que geralmente é de pelo menos 48 horas para plasma, não apenas 24 horas, e limitações no número de doações em períodos especificados são fundamentadas para evitar sobrecarga no doador.
A letra c aborda a contagem mínima de plaquetas para que o candidato seja aceito para plaquetaférese. O valor mínimo aceito pela maioria dos protocolos é de 150 x 10³ plaquetas/μL, ou seja, 150 mil por microlitro, pois abaixo disso o procedimento pode ser perigoso para o doador.
Por fim, a letra d fala sobre o volume sanguíneo extracorpóreo no processo de aférese, geralmente ele está limitado a 15% do volume total do sangue do doador para evitar riscos, e não 20%.
Dessa forma, a alternativa c, que diz que o candidato não deve ser submetido a plaquetaférese com contagem abaixo de 100 x 10³ plaquetas/μL, está incorreta, porque o limite é mais alto (150 x 10³ plaquetas/μL). A alternativa d está errada por causa do valor de 20%. A alternativa b está incorreta por causa do intervalo mínimo de 24 horas, que é muito curto na prática. A alternativa a fala sobre o máximo de 12 doações anuais de plasma, o que é, em geral, um limite adotado.
Portanto, a alternativa correta é a alternativa a.