Camila Duarte
EQUIPE
12/10/2026 • 18:01
O tema da questão trata das recessões gengivais, que são alterações muito comuns na saúde bucal e que podem comprometer a estética e a sensibilidade dentária. Para o tratamento cirúrgico dessas recessões, a expectativa de sucesso, especialmente o recobrimento total da raiz exposta, depende bastante do tipo de recessão diagnosticado.
A classificação atualmente aceita pela comunidade periodontal para recessões gengivais divide-as em diferentes tipos ou graus, com base na presença ou ausência de perda de inserção interproximal. O tipo RT1 (Recessão Tipo 1) é caracterizado por ausência de perda de inserção interproximal, ou seja, a junção cemento-esmalte nas áreas interproximais não está clinicamente detectável devido à ausência dessa perda. Essa característica é importante, pois indica uma estrutura óssea e gengival saudável interproximalmente, o que aumenta a previsibilidade do recobrimento radicular total após o tratamento cirúrgico.
As demais opções, como grau I ou mencionar perda em uma das faces interproximais, não correspondem à descrição atual da classificação das doenças periodontais, que utiliza principalmente RT1, RT2 e RT3 para definir recessões com base na inserção interproximal.
Portanto, a alternativa correta que indica maior previsibilidade de recobrimento é aquela que define Recessão Tipo 1 (RT1), com ausência de perda de inserção interproximal e sem presença clínica detectável da junção cemento-esmalte nas áreas mesial ou distal, ou seja, a alternativa c.
A classificação atualmente aceita pela comunidade periodontal para recessões gengivais divide-as em diferentes tipos ou graus, com base na presença ou ausência de perda de inserção interproximal. O tipo RT1 (Recessão Tipo 1) é caracterizado por ausência de perda de inserção interproximal, ou seja, a junção cemento-esmalte nas áreas interproximais não está clinicamente detectável devido à ausência dessa perda. Essa característica é importante, pois indica uma estrutura óssea e gengival saudável interproximalmente, o que aumenta a previsibilidade do recobrimento radicular total após o tratamento cirúrgico.
As demais opções, como grau I ou mencionar perda em uma das faces interproximais, não correspondem à descrição atual da classificação das doenças periodontais, que utiliza principalmente RT1, RT2 e RT3 para definir recessões com base na inserção interproximal.
Portanto, a alternativa correta que indica maior previsibilidade de recobrimento é aquela que define Recessão Tipo 1 (RT1), com ausência de perda de inserção interproximal e sem presença clínica detectável da junção cemento-esmalte nas áreas mesial ou distal, ou seja, a alternativa c.